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Saudade dos amigos!

Postado em 17 de outubro | Por Letícia Black Comentários

A coisa que mais me deixa louca nesse isolamento social é a saudade dos amigos. Tem gente que provavelmente eu nem teria visto nesse tempo, mas só de pensar que não posso ver nem se eu quiser, dá um bug mental e dói a saudade.

Não tinha foto de todo mundo, então não sofram por não estarem nas fotos. E tem umas fotos pré-históricas porque as vezes a gente esquece de tirar foto, né?

Mas só queria dizer que amo meus amigos e tô morrendo de saudade

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




O que estou assistindo?

Postado em 16 de outubro | Por Letícia Black Comentários

O que vocês andam assistindo nessa quarentena? Me contem nos comentários, estou buscando indicações!

No momento, estou assistindo
Verdades Secretas (GloboPlay) ~ batendo palma toda vez que todo mundo se ferra na história
The Boys (Prime Video) ~ um pouco chocada com tanto sangue, mas amei
The Man in the High Castle (Prime Video) ~ porque a gente adora história e distopia

E recentemente assisti e gostei:
Upload (Prime Video) ~ muito divertido
Enola Holmes (Netflix) ~ Tudo que tem Holmes a gente assite
A Maratona de Brittany (Prime Video) ~ chorei, achei incrível
The Good Doctor (Globo Play) ~ Se chorei ou se sorri o importante é que emoções eu vivi.

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Quotes que amo #1

Postado em 14 de outubro | Por Letícia Black Comentários

Talles pegou minhas duas mãos, olhou no fundo dos meus olhos e disse:
– Não podemos mais beber como bebemos ontem.
Parecia estar fazendo um esforço gigantesco para ralhar com o meu comportamento – porque ele não havia bebido quase nada, ao passo que eu mal conseguia andar no fim da noite. Mas gostava quando ele falava no plural sobre um problema que era só meu ou só dele, porque significava que éramos um time. E gostava de me sentir parte do mesmo time que ele.
– Eu sei – concordei.
Meus olhos se encheram de lágrimas e o vi fraquejar em seu discurso, mas engoli a seco e continuou.
– Você me deixou preocupado – murmurou. – Já vi você beber antes, Mila, e respeito que você goste e respeito a fibra do seu fígado, mas… – Seus olhos desviaram e soube que estava emocionado. Ele sempre ficava sem jeito com isso. – Fiquei com medo por você, Mila, porque você tem uma história. Sei que você voltou a beber porque sai comigo e a gente bebe nas festas, mas acho que você não sabe se controlar ainda e… – Engoliu mais uma vez e apertei sua mão, mesmo com o coração apertado. – Eu não quero que nada de ruim aconteça, então não vamos beber mais. A gente nem precisa mais ir nas festas por um tempo. Vamos ficar em casa. E transar.

Esse é um trecho de Jogando os Dados (2) Com o Amor que não importa quantas vezes eu tenha lido nem que tenha sido eu mesma que escrevi: choro toda vez. Ele tem um contexto, porém, que se eu não explicar, não faz sentido. Fica até estranho, na verdade, parece uma bronca. A Mila passou por uma fase muito ruim na adolescência. Ela fazia uso dessas drogas de festa, mas, principalmente, bebia muito. 16/17 anos e ela era alcóolatra, até que teve um coma alcóolico e foi internada em uma reabilitação. Passou dois anos sóbria e “comportada”, com medo de se envolver com pessoas e fazer amizades, até que Talles entrou na vida dela. Já morando juntos, a rotina dela mudou, procurando uma média com ficar em casa (o seu novo normal) com festas e eventos (o antigo eu dela, que, agora acompanhada, resolveu voltar). E com o retorno das festas, ela acabou voltando a beber, então não demora pra perder o controle. Então o namorado, super preocupado, vai conversar com ela usando o plural. Mesmo que ele não tenha bebido, eles são “nós” e não vão beber, mesmo que ele tenha eventos que precise ir, diz que não precisa. São um time, vão ficar juntos e não vão beber. E eu acho isso lindo.

Esse é um trecho de Jogando os Dados (2) Com o Amor que não importa quantas vezes eu tenha lido nem que tenha sido eu mesma que escrevi: choro toda vez.

Ele tem um contexto, porém, que se eu não explicar, não faz sentido. Fica até estranho, na verdade, parece uma bronca.

A Mila passou por uma fase muito ruim na adolescência. Ela fazia uso dessas drogas de festa, mas, principalmente, bebia muito. 16/17 anos e ela era alcóolatra, até que teve um coma alcóolico e foi internada em uma reabilitação. Passou dois anos sóbria e “comportada”, com medo de se envolver com pessoas e fazer amizades, até que Talles entrou na vida dela.

Já morando juntos, a rotina dela mudou, procurando uma média com ficar em casa (o seu novo normal) com festas e eventos (o antigo eu dela, que, agora acompanhada, resolveu voltar). E com o retorno das festas, ela acabou voltando a beber, então não demora pra perder o controle.

Então o namorado, super preocupado, vai conversar com ela usando o plural. Mesmo que ele não tenha bebido, eles são “nós” e não vão beber, mesmo que ele tenha eventos que precise ir, diz que não precisa. São um time, vão ficar juntos e não vão beber.

E eu acho isso lindo.

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Diy: meu quadro de ideias

Postado em 12 de outubro | Por Letícia Black Comentários

Eu adoro um diy. Não posso entrar no pinterest que invento uma novidade. Recentemente, resolvemos tentar fazer uma reforma em casa pra passar o tempo na quarentena e, depois de pintar a sala, acabamos investindo tempo no meu quadro.

Pra quem já tá aqui há algum tempo ou me segue no youtube sabe que eu tinha um imenso quadro de cortiça há anos! Porém, com a reforma, ele acabou ficando fora de contexto e eu estava arrasada porque amo aquele quadro: eis que pesquisando materiais pra montar um novo quadro, comentei com a minha mãe que talvez fosse legal ser de metal porque aí poderia colar imãs ao invés de tachinhas (que eu sempre pisava e me machucava) e não é que a gente tinha umas placas de metal incríveis no quintal de uma obra antiga??? Então foi muita força na peruca pra reformar as placas e pendurar na parede: e ficaram incríveis!!!! Eu tô super apaixonada. E vocês, o que acharam?

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Dia da saúde mental

Postado em 10 de outubro | Por Letícia Black Comentários

Eu sei que acabei de falar sobre Baladas pra vocês, mas hoje é dia da saúde mental e queria falar mais um pouco.

Não é incomum que meus livros tragam personagens com transtornos psicológicos e traumas. Sempre gostei de trabalhar esse tipo de desenvolvimento de personagem porque acredito que todo mundo tem suas mazelas internas. Desde Marianna, de Frutos do Pecado, que passa por um longo processo após o trauma do estupro, passando por alcolismo, transtornos de ansiedade, depressão, violência doméstica e acabei com a Manu, de O Filho do Vice-Presidente, tentando encontrar seu caminho após toda a violência física e psicológica de um relacionamento abusivo.

E, mesmo com tantas opções, eu quero falar da Tish. A Tish tem uma das bagagens emocionais mais densas que já trabalhei. Ela sofreu traumas pesados na infância e desenvolveu TOC, ansiedade severa e fobia social em graus elevados. Por muito tempo, ela foi incapaz de falar e, mesmo anos depois, com muito tratamento, ao se deparar com gatilhos, ela sofre com crises de ansiedade e com a perda da capacidade da fala.

A Tish sofreu com um pouco de negligência e supercuidado na adolescência. Sua família, pra minimizar o sofrimento dela a cada sessão, interrompe o tratamento psicológico. É na música que ela empurra suas mazelas por longos anos, até a idade adulta, quando retorna ao tratamento e consegue se livrar da severidade da sua condição psicológica.

A mensagem é clara, mas vou deixá-la ainda mais: se você precisa de ajuda, busque ajuda. Não se deixe afogar nos seus problemas, não deixe sua saúde mental se deteriorar por medo, vergonha ou qualquer outro motivo.

Fiquem fortes e fiquem bem.

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Meu destinatário secreto

Postado em 8 de outubro | Por Letícia Black Comentários

Meu destinatário secreto, cartas para alguém que nunca direi quem.

Eu tinha uma adoração tão forte por você que acho que era apaixonada por ti e não sabia. Como poderia saber? Estava no meio da adolescência e não me conhecia; até hoje acho que não entendo todas as minhas nuances. Eu te admirava muito. Com tanta liberdade e jeito solto, sempre falando um pouco sobre tudo e com tantos conhecimentos aleatórios… Não foi surpresa alguma que logo nos aproximássemos.

Por um tempo, foram as flores. Nossos gostos eram semelhantes e começaram a se alinhar daquela forma que só melhores amigos na adolescência fazem; e a gente tinha uma pá de projetos, tempo para tudo e ainda conseguíamos estudar e tirar boas notas, o que não consigo entender até hoje.

Então vieram os espinhos. A gente era bem diferente, essa é a verdade, e não importava quantos gostos desenvolvessemos em conjunto, algumas peças não se encaixam nem com esforço. Eu fiz outras amizades e acho que acabei percebendo que não gostava de como a nossa dinâmica funcionava… E você… Sinceramente? Nunca entendi o que aconteceu com você. Uma hora era lava incandescente, correndo em círculos ao redor de mim com teus assuntos e amores, no outro era como um iceberg, que me congelava ao simples “oi”.

Com meu coração quebrado em mil pedacinhos, tive que te deixar ir.

Te deixei ir porque era melhor pra mim. Espero que tenha sido pra você, também.

Espero que teus sonhos tenham se realizado porque você tinha um monte deles.

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Minha primeira bienal

Postado em 6 de outubro | Por Letícia Black Comentários

Tô fazendo #TBT na Terça sim porque é TBT e não TBQ #diferentona

E meu TBT vai ser sobre minha primeira bienal porque foi um perrengue. Pra começar: resolvi me fantasiar de fada, já que estava lançando a primeira obra que chamei de “livro”, o Contos de uma Fada. Eu andava pra lá e pra cá com meu vestidinho vermelho e asas tortas. Fiquei uma gracinha – até hoje tem gente que me chama de “fadinha” haha

O problema foi a expectativa, acho. Na minha cabeça, ser escritor era uma coisa totalmente diferente do que realmente era: ralação, quebra-quebra e um pouquinho de humilhação, também. Lembro que tinha que pegar 3/4 ônibus para chegar na bienal e acabei alugando um quartinho com uma amiga @marirscotti (que tinha uma luzinha veremlha que chamamos de quarto vermelho da dor hahahaha).

E que dor, viu? Dor nos pés, nas pernas, na bochecha… Tudo doída. Não podia ver um buraco pra sentar que tava sentando. Até hoje não compreendo como a @renata_ventura_escarlate consegue manter a pose.

Chorei. Algumas vezes. De dor, de cansaço, de frustração… Fui barrada em algumas portas que achei que iria passar… Normal, né?

Fiz muitos, muitos amigos. Encontrei pessoas, troquei carinho com os leitores e essa parte foi sensacional!

Só não foi tudo flores; teve foi muito espinho! A experiência, mesmo que com as coisas ruins, foi necessária para que eu viesse a ser a pessoa que sou hoje.

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Música e livro combinam?

Postado em 5 de outubro | Por Letícia Black Comentários

Você acha que música e livro combinam?

Se tem uma coisa que sempre tive dificuldade de fazer é escrever/ler ouvindo música. Parece um fato comum, mas é inusitado porque me treinei para conseguir escrever em qualquer ambiente: sempre tive mania de ir para restaurantes/praças de alimentação para escrever porque achava que a movimentação/falatório ia me ajudar a programar minha concentração a superar qualquer barreira.

Mas música? Música tá além da minha capacidade.

Pois eis que me peguei escrevendo uma série de quatro livros que é completamente musical. Ela é tão amarrada nas músicas que gosto/escuto que é impossível não ouvir. Fui até obrigada a montar playlists no spotify pra poder curtir a vibe – e ouvir a playlist, pra mim, é como se estivesse escrevendo/lendo ele de novo.

A série Baladas é meu próximo lançamento inédito. O livro 1 já está em produção para o lançamento, o livro 2 já está escrito e estou escrevendo o 3. É. Bem assim, rápido assim. É uma série tão gostosa, tão leve e intensa que me pego escrevendo 3 vezes mais do que escreveria normalmente. Não é a toa que, de tantos livros e tantos personagens, essa é a protagonista tá levando o meu nome.

Se você tá curioso pra conhecer a Leticia, minha xará, mas com o apelido de Tish pra diferenciar: os livros 2 e 3 estão disponíveis no inkspired e você pode começar pelo 2, se quiser, sem perder nada porque o livro 1 é um “prequel”.

Ou pode aguardar até o fim do ano e esperar pra ver o “vem aí” de Baladas.

Série Baladas de Sucesso:
Balada dos Corações Partidos #1 (indisponível)
Balada do Topo do Mundo #2
Balada da Fama #3
Balada do Amor #4 (em breve)

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Livros que irei ler em outubro

Postado em 4 de outubro | Por Letícia Black Comentários

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Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




As leitoras vão me matar

Postado em 30 de setembro | Por Letícia Black Comentários

Estava eu me esforçando em escrever Meu Futuro Presidente, o segundo e último livro da duologia Princesa das Mídias, que conta a história de Cael e Manu.

Pra quem não conhece, o primeiro livro chama O Filho do Vice-Presidente e apresenta a história de personagens que já transitavam pelo LekaVerso e apareceram e Jogando os Dados e Toque de Recolher. A Manu é uma garota rebelde, que curte causar polêmica e sempre traz problemas para seu pai, o dono da Esfera, o maior conglomerado de mídias do Brasil. Cansado das peripécias da sua única filha, ele resolve chantageá-la com o que ela mais ama e obrigá-la a conhecer quem ele espera que seja seu futuro marido, Cael, o filho do vice-presidente.

Então… Estava eu escrevendo o segundo livro e, durante o período pós publicação do primeiro, recebi alguns pedido de leitoras e a maioria deles era sobre o envolvimento sexual do casal, até mesmo em vermos um menage com os dois.

Cael e Manu são, os dois, bissexuais. Esse fato é de conhecimento público no Lekaverso, aparece em outros livros, inclusive. A Manu é extremamente aberta sobre sua sexualidade e o Cael, por ser polítco, prefere deixar isso por debaixo dos panos, mas se revela para Manu em um de seus primeiros encontros.

E eu deixei bem aberto no roteiro. Deixei espaços para que eles tiverem envolvimento sexual e eu escrevesse sobre isso, mas não rolou. Eles até transaram, mas não sob minha escrita. Não consegui escrever porque, sei lá, não acho que acrescenta nada pra história deles.

E tô com a impressão que serei morta por causa disso.

Por hora, continuo deixando em aberto. Vai que, em algum momento do livro, role? Não sei.

Mas se não rolar, deixo aqui meu adeus. Estou me despedindo dessa vida.

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Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.