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É o fim do Wattpad?

Postado em 17 de agosto | Por Letícia Black Comentários

Lembro de quando descobri o wattpad, lá por 2014, e fiquei completamente empolgada: um site super interativo, acessível e fácil de usar, que avisava meus leitores quando tinha um capítulo novo, permitia comentários a cada parágrafo e várias outras coisas super interessantes. Nem lembro como foi que descobri sobre ele, apenas que me joguei de primeira.

Na época, nem precisava. Tinha um público cativo em outro site, que eu fazia parte. E era um púlico bem grande. Só que tinha curtido tanto o wattpad que fui.

E fiquei.

Passaram 6 longos anos, de alegrias e tristezas. Tive livros bombados, flopados, divulguei muito, divulguei pouco…

Até que comecei a achar que tinham coisas erradas…

Como leitora, parei de usar a ferramente; parte por conta das propagandas, parte por outros incômodos, como a dificuldade de garimpar histórias que realmente me interessassem e até mesmo a organização visual dos capítulos.

Depois, como autora, comecei a ver a decaída do público, a utilização das moedas para coisa alguma e mudanças para a biblioteca que não me agradaram.

No último vazamento de dados, meu e-mail vazou, foi hackeado e me custou uma madrugada brigando com um hacker para não perder minha conta Netflix.

Comecei a me perguntar: será que vale a pena ficar em um lugar que não está me garantindo segurança, que está me causando tantos transtornos e incômodos apenas porque estou com medo de mudar?

Não, né?

Por conta disso, resolvi que chegou ao fim da minha era no Wattpad. Tenho ótimas lembranças, foi ótimo pra mim em vários momentos, mas não quero mais permanecer.

A princípio, todos os meus livros vão direto para a Amazon assim que eu terminar de escrevê-los. Porém, estou tentando o Inkspired, se gostar/me acostumar, pode ser que eu fique um pouco por lá.

Por hora, mantenham-se informados aqui pelo site. Na página inicial, tem uma nova área com as infos dos últimos lançamentos/atualizações e também um formulário pra vocês assinarem o mailing e receberem infos todos os meses na sua caiza de entrada <3

Beijo!

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Alienígena

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Li e Gostei: Espada de Vidro

Postado em 17 de julho | Por Letícia Black Comentários

Espada de Vidro

Resumo:

Se sou uma espada, sou uma espada de vidro, e já me sinto prestes a estilhaçar. O sangue de Mare Barrow é vermelho, da mesma cor da população comum, mas sua habilidade de controlar a eletricidade a torna tão poderosa quanto os membros da elite de sangue prateado. Depois que essa revelação foi feita em rede nacional, Mare se transformou numa arma perigosa que a corte real quer esconder e controlar. Quando finalmente consegue escapar do palácio e do príncipe Maven, Mare descobre algo surpreendente: ela não era a única vermelha com poderes. Agora, enquanto foge do vingativo Maven, a garota elétrica tenta encontrar e recrutar outros sanguenovos como ela, para formar um exército contra a nobreza opressora. Essa é uma jornada perigosa, e Mare precisará tomar cuidado para não se tornar exatamente o tipo de monstro que ela está tentando deter.

Personagens:

  • Mare
  • Cal
  • Kilorn
  • Maven
  • Elara
  • Evangeline

 

Mare, Mareena ou a garota elétrica, é uma principal cheia de energia e sem perspectiva de futuro. Ela é retirada do convívio de seus familiares e de Kilorn, a quem ela deseja salvar dos horrores da guerra. Sua vidinha medíocre se encerra quando ela conhece Cal, príncipe de Norta e convocada a trabalhar em seu palácio. Lá, é submetida ao convívio dele e de seu (também sem perspectiva) irmão, Maven, além da temível rainha, Elara, a noiva de Cal, também temível, Evangeline e o Rei de Norta, que é bem dispensável e eu não me recordo o nome.

Pontos positivos:

A continuação dessa narrativa de distopia continua impecável e cheia de imprevisões. A demonstração dos sentimentos e a construção e desconstrução deles nos personagens é impressionante.

Pontos Negativos:

Meu coração foi quebrado em alguns momentos.

Opinião:

Como falar desse livro sem soltar spoilers?

Espero que, se chegou até aqui, você já tenha lido o livro 1 ou se conformado que vai descobrir coisas sobre ele.

Mas, se não leu, não siga em frente, por favor.

É, indubitavelmente, muito mais emocionante receber os tiros na cara quando se lê o livro.

Quando o rei morre da pior forma possível, Maven trai a todos com suas mentiras sob a influência da mãe. Ele assume o reino e nada sobre para Cal e Mare a não ser tramar contra ele junto da guarda escarlate.

Por isso, junto à guarda, procuram descobrir como lutar contra Maven para recuperarem o que foi perdido: seus corações.

Surpreendemente, descobrem que há outros vermelhos como Mare. E, da mesma forma, muito mais poderosos que os prateados. Com isso, saem em busca de salvá-los de Maven, que os caça para mandar uma mensagem a Mare.

Em resumo, a palavra desse livro é desconstrução.

Apesar de tudo que construímos, pensando e repensando no primeiro livro, nada sobra.

Uma vez que nada era como pensávamos, nada fica no lugar.

Da mesma forma que Mare não é uma mocinha, Cal não é o inimigo, Maven não é perdido, a guarda escarlate não é um grupo de rebeldes fazendo bagunça.

Tudo é remexido e, por isso, o tabuleiro muda completamente.Todas as vezes que acontece algo importante, você se vê ali no meio, sem saber exatamente o que está acontecendo.

É sufocante e delicioso, por isso é uma leitura completamente envolvente.

Titulo: Espada de Vidro (A rainha vermelha #2)
Autor: Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Gênero: Distopia/Sci-fi
496 páginas
Compre aqui!
Início da leitura: 19/09/2017
Término da leitura: 20/09/2017
Nota: 10
Apreciação geral do livro: Capa bonita, interessante, difícil de largar, emocionante, queria mais.
Leia outras resenhas

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Sua admiradora secreta (mas não tanto assim)

Postado em 13 de julho | Por Letícia Black Comentários

A gente foi assim, como brisa e vendaval, como dois lados da moeda, como rio e mar. Não naturalmente opostos, não facilmente complementares, mas tão diferentes que nada poderia impedir a catástrofe que veio a seguir.
Você foi minha Nêmesis, minha catarse, inegavelmente ruim e estupendamente bom.
Não havia nada em você que não fosse digno da minha atenção; a não ser talvez a sua maneira irritante de encontrar defeito em tudo, até em si mesmo.
Era algo que tinha escondido em seus olhos, naquela profundeza escura de mistérios que me envolvia por inteiro – fui arrastada, tentei nadar para longe mas me afundei, afundei, afundei…
E no meio do turbilhão das lágrimas que derramei, cheguei na costa da solidão.
Dos mares que naveguei por nós, hoje apenas encaro o horizonte da saudade.

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




[DIÁRIO] Inferno Astral

Postado em 31 de janeiro | Por Letícia Black Comentários

Inferno astral, vocês conhecem o termo?

Todo mundo que me conhece sabe que eu gosto ~só um pouquinho~ de astrologia. Fiz um cursinho de astrologia quando tinha uns 10 anos e venho acumulando conhecimento desde então; e o inferno astral é algo que me dá pavor e desespero.

Na astrologia, o inferno astral é o signo anterior ao seu, são pessoas que você pode ter um pouco mais de dificuldade para lidar e/ou podem te deslumbrar e depois comer o seu cu. Também é aquele período chatinho de 30 dias que antecede o nosso aniversário.

Eu tô no meu inferno astral tem uma semana.

Nessa semana já sofri a vida com o meu siso, tive problemas pessoais, dores nas costas, perdi um dia de trabalho com um atestado louco, descobri que vou ter que tirar dois sisos no hospital e consegui tirar um siso só para depois perder meu celular no uber porque eu tava chorando de dor.

É isso. Cuidado com o inferno astral, todo ano é a mesma merda. Eu passo o ano inteiro ANO QUE VEM VOU FAZER A MAIOR FESTA e meu inferno astral me suga e me deixa desanimada pro meu aniversário.

Vou fazer 30. A “crise dos 30” não me pegou, mas o inferno astral sim.

Boa sorte pra mim. Ainda faltam 21 dias.

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Cores dos olhos: Para baixar!

Postado em 1 de dezembro | Por Letícia Black Comentários

CORES DOS OLHOS| Para Escritores Confesso que sempre fui do tipo de gente que perde muito tempo focando em detalhes irrisórios, então quando encontrei uma tabelinha de cores de olhos, quase surtei de emoção. Depois descobri que não existia apenas uma, mas várias! Juntei as melhores opções nesse compilado, traduzi o que tinha e montei essa coisinha aí justamente na época em que estava reescrevendo Dormindo com o Inimigo – e me ajudou pra caramba, porque eu tinha que descrever 4 cores de olhos (já que os personagens usavam lentes enquanto estavam no programa de proteção à testemunha). Assim como me ajudou, espero que auxilie vocês nas suas próximas empreitadas!

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Roda das emoções: para baixar

Postado em 17 de novembro | Por Letícia Black Comentários

RODA DOS CHEIROS | Para EscritoresEu bati muito a cabeça ao decorrer dos anos para aprender determinadas coisas que pudessem me fazer ser uma escritora melhor e isso me tornou uma expert em desenvolver conteúdo para me ajudar – e eu tenho uma pá de coisas super interessantes.Essa roda encontrei em inglês no pinterest e traduzi; sempre tive muita dificuldade de descrever cheiros e ela tem me ajudado pra caramba com isso. Nunca mais cheio de morango e lavanda, agora trabalhamos com variedades hahahaha
E muito em breve vou trazer um monte de conteúdo maneiro em parceria com a @mionelefay pra vocês <3


Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Li e Gostei: Uma mentira Inocente & Uma Verdade Indecente

Postado em 10 de novembro | Por Letícia Black Comentários

Resumo:

Leonardo Oscher é um herdeiro inconsequente. Ao quebrar seu carro no meio do nada, acaba encontrando com uma adorável e inocente garçonete e, ao tentar agradá-la, conta uma mentira que toma proporções gigantescas.

Personagens:

  • Leo
  • Mia
  • Estela
  • Gustavo
  • Heitor

O livro gira em torno de, principalmente, cinco personagens. Leo e Mia, o casal principal, Estela, melhor amiga de Mia, Gustavo, irmão de Mia, e Heitor, o antagonista.

Pontos positivos:

Romance leve, engraçado, doce, quente, cheio de reviravoltas.

Pontos Negativos:

Alguns erros de digitação que não atrapalham a leitura.

Opinião:

É impressionante como uma pequena mentira pode mudar o rumo de uma história inteira.

Em primeiro lugar, quem me conhece sabe muito bem que eu não nego fogo em tecer elogios para todos os livros da Julianna que tenho o prazer de ler. De longe, bem distante, ela é minha autora nacional favorita e por isso é comum que seus livros me tirem horas preciosas de sono sem que eu reclame (muito).

Confesso, porém, que enrolei para ler esse e não sei exatamente o motivo. Mas, um belo dia, me peguei de folga e entediada e mandei o famoso “por que não?”. Imediatamente me apaixonei e comecei a devorar. Logo após virar uma noite inteira na leitura, acabei, comecei a ler o segundo livro e jurei “enquanto não resolver o problema x, não vou dormir”. Às 7 da manhã, apaguei de cansaço, acordei às 10h e li até as 14h, quando finalmente terminei o segundo livro e pude respirar aliviada. Ufa.

Por isso, resolvi fazer a resenha desses dois livros em conjunto. Já que li em conjunto, li como uma história única e duvido que minha mente saiba separar com exatidão.

A narrativa da Julianna é uma das coisas sempre me impressionou muito nela. Ela consegue ser dramática ao ponto de fazer a gente chorar e gritar “NÃO!”, engraçada ao ponto de fazer a gente rolar de rir e erótica ao ponto de precisarmos torcer nossas calcinhas.

Essa duologia, porém, é mais amena no quesito erótico em comparação aos outros livros – e eu amei. Uma vez que a autora deixou-se perder mais tempo no desenrolar do romance e da história complexa do casal principal e o erotismo ficou como um tempero que dá sabor, não como ingrediente principal.

E aja ingrediente principal, viu?

Pois se a gente acha que “bastou” de acontecimentos, eles continuam acontecendo. E mesmo que não me respondessem, confesso que tive longas discussões graves com os personagens durante a leitura. Mas, mais importante ainda, vi todos eles amadurecerem durante a narrativa.

Já que preciso contar um pouco sobre a história:

Leo é mulherengo e é o filho favorito dentre os quatro de seu pai – e está prestes a herdar a empresa gigantesca da família. Em uma viagem de carro, ele sofre um acidente e acaba conhecendo Mia, uma garçonete inocente do interior, por quem ele acaba demonstrando o interesse. Achando que seria um caso de uma noite só, ele mente, diz que trabalha em uma distribuidora de produtos (não que é um herdeiro de uma multinacional). O problema é: Leo continua voltando para ver Mia, começa a se apaixonar por ela e parece nunca encontrar um bom momento para contar a verdade.

Quando relacionamento dos dois vai crescendo de forma natural e muito bonita, a história envolve a gente na leitura. Em suma, se você gosta de um bom romance água, açúcar e pimenta, pode começar baixando esses dois bonitos e devorando: vai valer a pena.

Titulo: Uma mentira Inocente & Uma verdade Indecente
Autor: Julianna Costa
Editora:
Gênero: Erótico
páginas
Início: 26/12/2018
Término: 27/12/2018
Estrelas: 5

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




5 melhores leituras de Ficção científica e Fantasia

Postado em 18 de outubro | Por Letícia Black Comentários

Separei 5 livros e séries que mais gostei desses dois gêneros incríveis e vim aqui contar pra vocês porque alguns desses livros nem são tão conhecidos e vocês precisam muito iniciar a leitura deles agora mesmo!

1 – Crônicas Lunares

Eu sou completamente apaixonada por ficção científica. Não é incomum me ver enfiada em listas e listas procurando algo bom para ler. Quando esbarrei no primeiro livro da série, Cinder, eu tinha até gostado da sinopse, mas não tinha dado 10% do valor que ela merecia.

No geral, Crônicas Lunares faz uma releitura de contos de fadas clássicos. Personagens como Cinderela, Branca de Neve, Rapunzel e Chapeuzinho Vermelho transitam em uma ambientação futurística distópica. As quatro princesas dividem o protagonismo com um livro para cada uma, mas Cinder, a primeira, é disparada a mais importante.

Eu fiz uma resenha apaixonada de cada livro, por isso não vou me alongar muito aqui. Deixo só uma frase da minha resenha aqui para aguçar vocês:

Sem dúvidas, Cinder é a adaptação mais inteligente de um contos de fada que já li e estou ansiosa para ler as continuações.

Vocês podem conferir as resenhas aqui: 1, 2, 3 e 4.

2 – Trilogia do Reino

Já tem um tempo que li essa trilogia e, apesar de minha memória ruim, gostei tanto do livro que o inseri em Jogando os Dados com o Amor, fazendo Mila apostar com Talles que ele não conseguiria ler o primeiro lico (mas ele lê, adora e acaba deixando de fazer os trabalhos da faculdade para terminar de ler o restante da trilogia).

Do pouco que me lembro dessa obra, sei que gostei MUITO do segundo livro e que o personagem principal é um anti-herói. Há algumas tramas que são esperadas, sem muita surpresa, mas a maior parte do livro é algo impressionante e surpreendente.

A trama começa em O Falso Princípe com quatro órfãos competindo para quem se passará pelo filho do rei  para evitar uma Guerra Civil.

3 – Febre Negra

Essa é a minha série favorita desde que a li, há uns três anos. É comum eu me apegar a leituras que gostei muito, preferindo sempre a mais recente, mas tem estado no meu coração desde que eu li.

Em Febre Negra, eu vi o arco mais impressionante de amadurecimento de personagem; MacKayla, a principal, é extremamente imatura e irritante ao começo da saga, mas ela passa por tantos perrengues que amadurece pouco a pouco, virando um mulherão da P0rr4.

MacKayla acabou de perder a irmã, que deixou uma mensagem muito misteriosa para ela, então decide ir para a Irlanda para tentar saber o que aconteceu e acaba descobrindo coisas que ela jamais imaginou, como poderes secretos bem esquisitos.

4 – A Seleção

Minha única reclamação sobre a Seleção é por ter focado muito no romance e deixado passar batido algumas informações interessantes sobre o vasto mundo que foi criado para a série. Não que eu não goste livros que foquem no romance, mas eu ficava ansiosa para saber mais, mas lá estava mais um monte de capítulo sobre o Maxon com alguma selecionada.

O romance, em si, é bem interessante, com um background tão impressionante que me frustou por não saber mais. Apesar de ser, claramente, um livro para um público mais jovem, vale a leitura. É um livro não muito grande, altamente viciante e de fácil leitura.

5 – A rainha Vermelha

Em suma, sou apaixonada por distopia. Confesso, porém, que não percebi que era uma distopia até começar a ler. Isso quer dizer que o cenário caótico me fez prender a respiração de prazer e alegria.

Talvez estivesse esperando algo mais como um biopunk pela sinopse, embora não tivesse pensado muito sobre isso. Também devo confessar que comecei a ler pela capa e surpreendentemente recebi no colo um daqueles livros que nos tiram o fôlego.

O mundo em que me coloquei, dividido entre ricos com sangue prateados (com poderes como fogo, água, vento, controle de metais etc) e pobres com sangue vermelhos (sem poderes, por isso subjugados).

Só que Mare, uma vermelha, tem poderes e isso lhe deixa em muito mais perigo que o normal.

Bônus: Terra e Céu

Por que não falar um pouco sobre meu livro distópico, não?

Em Terra e Céu, o mundo foi devastado por uma guerra nuclear e após milênios, os seres humanos evoluíram para agregar à radioatividade em seu estilo de vida, embora isso continue matando-os jovens. Mas, mais que isso, há um grupo de seres extraterrestes, chefiados pelo Imperador do Universo, que quer dominar a Terra e aproveitar toda essa atmosfera radioativa para recarregar sua frota, além de destruir os recursos e escravizar o povo. Por centenas de anos, as vilas de Esmeralda são bombardeadas e destruídas pela frota do Imperador.

Lívia já até se acostumou com o horror, mas não se conforma. Desde que o amor de sua vida foi sequestrado por uma nave, seu único propósito é se juntar à resistência em Globo do Mar, mas as coisas não são tão simples quanto parecem…

Se interessou? Clique aqui para ler.

Gostou dessa listinha? Se quiser ver algum outro gênero, comente aqui qual e acompanhe o blog para saber mais <3

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.




Hot sem contorcionismo

Postado em 8 de março | Por Letícia Black Comentários

Se você chegou até aqui, podemos supor que tem mais de 18 anos e quer escrever cenas mais quentes em seus livros, então abram a mente e se dispam das amarras da vergonha para podermos seguir adiante.

Não é incomum pegarmos livros (sobretudo independentes e amadores) em que lemos cenas de sexo e as descrições confundem a nossa cabeça, precisamos ler três vezes ou mais pra entender (ou não entender mesmo assim).

 

Eu tirei minha calça e a calcinha e ele me pegou com força e rasgou minha calcinha, nossa era minha favorita, mas que gostoso. Aí ele gritou "tire sua calcinha" e eu tirei. É O QUÊ?

Eu tirei minha calça e a calcinha e ele me pegou com força e rasgou minha calcinha, nossa era minha favorita, mas que gostoso. Aí ele gritou “tire sua calcinha” e eu tirei. É O QUÊ?

Muita gente esquece de Newton na hora de escrever cenas de sexo e fica uma coisa surreal, com uma ginástica digna de medalha de ouro nas olímpiadas.

Duplo mortal carpado no @

Duplo mortal carpado no @

Para evitar que isso aconteça, trazemos algumas dicas importantes para você limitar um pouquinho sua imaginação na hora de escrever uma cena hot.

 

1 – Faça o que você já fez

Se você é moça ou rapaz sacana e já fez umas coisas maneiras, lembre como fez e descreva. Ou manda aquela mensagem marota pro/a @ “chega aqui pra eu testar um negócio”. Escrever sobre o que a gente já fez é sucesso.

2 – Veja um vídeo

Se o/a @ não tá muito afim ou se encontra no plano imaginário ou quem sabe você ainda não está iniciado/a nas artes do corpo a corpo, a gente sempre encontra um vídeo interessante para assistir. Se quer descrever bem, anote as posições ou as movimentações das pessoas no vídeo.

3 – Kamasutra!!!!!!

Quer escrever algo diferente que você nunca fez e também não achou vídeo? O Kamasutra descreve bem as posições, há fotos, tudo direitinho. Não dá pra errar!

4 – Tenha calma e tome seu tempo

Tem gente que fica desesperado para escrever o hot porque é o que “todo mundo gosta”, mas espere o seu tempo. Se você quer escrever um hot, ele vai acabar sendo escrito quando você estiver pronto. Fazer isso antes vai só deixar as coisas ruins pra você.

5 – Não tenha vergonha

Algumas pessoas se travam na hora de escrever o hot porque tem vergonha do que leem. Pra essas, vou deixar uma dica especial que usei muito quando escrevia em lan houses (sim, eu escrevia hot em lan house há muito tempo): deixe a cor da letra em branco. Isso vai minimizar a sua vergonha porque você não vai ler o que está escrevendo e as coisas podem fluir mais naturalmente. Só não esqueça de revisar BEM depois porque erramos mais assim.

6 – Lembre-se de Newton e da anatomia

Dois corpos NÃO ocupam o mesmo lugar ao mesmo tempo, então nada de colocar uma perna saindo de uma orelha e atravessando a barriga para tocar no outro.

7 – Camas podem quebrar

E pessoas também. Se procurar por testemunhos, você encontrará números altíssimos de camas acidentadas e pessoas fraturadas, cheias de pontos e outros problemas que aconteceram durante o sexo. Então, cuidado ao narrar determinadas cenas mais pesadas, deixando os personagens e as camas ilesas. Não fica verossímil.

Não esqueça: escrever cenas de sexo é sobre se divertir e relaxar. Assim como na vida real, jamais faça algo que você não queira ou não se sinta confortável. Sentir um pouco de vergonha é natural, mas se isso é desconforto, esqueça! Não faça até que não lhe incomode, viu?

De resto: relaxe e goze.

 

Sobre o Autor

Letícia Black tem 25 anos e é natural do Rio de Janeiro. Viciada em livros e séries, escreve histórias desde cedo e se diverte muito com elas. Sonserina, Judd, Lannister, tributa, erudita, gleek ou simplesmente Leka. Autora orgulhosa dos livros Contos de Uma Fada e Garota de Domingo.