já leram.


C.A.H.

Eu estava tentando me concentrar no meu trabalho. Eu copiava, copiava e errava. Usava o corretor e continuava. Mas eu não tinha culpa. Ele, ao meu lado, não parecia estar fazendo trabalho algum e eu não estava com coragem de perguntar o que era com o professor mais ignorante da escola em sala. Ele sorria e se divertia e parecia estar fazendo um desenho da nossa sala.
Eu dei um suspiro de alivio e me rearrumei na cadeira assim que o professor saiu de sala. Voltei-me a ele e perguntei:
'O que você 'tá fazendo aí?'
Ele riu mais abertamente, também mais relaxado com a saída do professor.
'Espera, já 'tô acabando'
Concordei com a cabeça, mais sem opção do que outra coisa. Realmente não demorou muito até que o papel estivesse em cima da minha mesa. Ele sorriu, me encorajando a olhar e a mão dele caiu, passando de leve pela minha coxa sem querer e me fazendo arrepiar. Eu tinha que me controlar. Ele era lindo? Era. Era gostoso? Era. Tinha o sorriso mais lindo do mundo? Sim. Mas ele era meu amigo... Não era?
Suspirei, olhando pro papel.
'Vamos combinar as pessoas? O que você acha dos casais aí? e logo em baixo Beth Liwer e James Hanz'.
Urg. O que o estava pensando? Pobre Beth, James é horroroso pra ela! Escrevi isso no papel e continuei seguindo as carteiras até que cheguei na minha própria. Meu coração foi a mil quando eu entendi o que ele estava pretendendo.
e era o que estava escrito ali. Ele era um gênio, eu devia concordar. O que eu escreveria?
Olhei pra ele. Ele sorria, futucando na mochila, preocupado demais em não me encarar. Olhei pra frente, buscando inspiração. Nossa, nem tinha percebido que o professor tinha entrado em sala.
Professores estranhos, eu tinha. Esse, por exemplo, era um amor e... Gay. Ele tinha uma certa... não sei dizer, mas ele cismava com . Algo sobre potencial? Algo assim.
Sacudi a cabeça e voltei ao papel. Não sabia o que escrever, não sabia mesmo. Suspirei.
'Oh, ! Eu sabia que você era um de nós!'
Ahn? Olhei pro lado pra ver o Sr. Newton pulando que nem uma beata em dia de milagre e olhando para o . Oh não.
Em cima da mesa dele tinha uma caixa que eu havia emprestado pra irmã dele, alguma coisa sobre a escola. Algo que ele tinha que me devolver. A caixa era muito... feminina, devo dizer. Felpuda e rosa. E com laços vermelhos. Algo bem... Gay.
'Não, não, não' insistiu, acenando firmemente 'Isso é da !'
'Oh, claro. Meus sapatos são da minha irmã' O professor disse.
Prada. Isso era ótimo. Será que ele me emprestaria um dia desses?
'Professor, não... Sério mesmo' Ele arregalou os olhos e me encarou, assustado. O que ele queria? Que eu pensasse com os olhos azuis maravilhosos dele em mim?
O sinal do recreio bateu. Fudeu. Eu nem vi quando sumiu do meu lado, O Sr. Newton carregando-o pelo braço para a... Sala dele?
Juntei meu material em uma pilha e coloquei a caixa bem embaixo. Sai correndo da sala, pelos corredores e parei em frente à uma sala. Centro de Apoio a Homossexualidade eu li. Só a minha escola tinha um troço desses. Suspirei. A porta abriu e eu me escondi atrás da planta que tinha ali.
'Eu vou te mostrar uma coisa muito muito... AH! Você vai adorar!' O professor Newton saiu da sala rebolando pateticamente.
Assim que ele sumiu na curva do corredor, eu entrei na sala.
'?' Eu chamei.
'!' Ele gritou. Estava subindo em cima de um armário, tentando escapar pela janela. 'NÃO DEIXA A PORTA FECHAR!' Olhei pra trás. Ops, fechada. Ele pulou do armário pra uma carteira próxima e de lá pro chão, coçando a cabeça. 'A merda da porta não abre por dentro.'
'Uhm...' Eu fui até a porta e girei o trinco. 'Agora também não abre por fora.
Ele abriu um sorriso de orelha a orelha.
'Genial!' Ele exclamou 'Como eu não pensei nisso antes?' E suspirou 'Mais tempo pra escapar'
Ele voltou a subir na carteira.
'?' Eu chamei, segurando o riso 'Você é gay?'
É claro que ele não era gay. Ou era? Normalmente, os caras mais lindos eram gays, então, a probabilidade era... bem grande.
Ele revirou os olhos.
'Claro que não!'
'Eu não estou convencida' Eu cruzei os braços pra segurar os espasmos de riso que eu estava tendo.
Ele pulou da cadeira ao chão e veio andando até mim. E eu andando pra trás. Parede. Merda. Ele parou à um passo de mim.
'Eu posso te mostrar' Ele disse, arqueando as sobrancelhas. E antes que eu pudesse percaber, os lábios dele estavam colados nos meus e sua mão em minha cintura, meu corpo sendo pressionado cada segundo mais entre o corpo dele e a parede, o ar faltando nos meus pulmões.
Eu mordi o lábio dele inferior dele na esperança de poder respirar. Ele riu, reparando o montão de ar que eu tentei sugar, quase me engasgando, e desceu os beijos, traçando um caminho até o meu pescoço. Um braço dele se postou ao redor da minha cintura, enquanto o outro corria pelo meu corpo. Eu respirei fundo, tentando desacelerar as batidas do meu coração enquanto ele sugava, mordia e lambia o meu pescoço.
As minhas mãos estavam puxando o cabelo dele levemente, até que eu decidi corrê-las pela camisa. Um, dois, Três botões a menos. Ele subiu os beijos, novamente, enquanto eu me distraia com o quarto botão. Lambeu meus lábios e encostou a testa na minha.
'Nossa' Eu sussurrei, fazendo-o rir.
'Já acredita em mim?' Ele continuou a rir. Eu mantinha meus olhos fechados e minhas mãos no quarto botão. E... HEY! eu não estava pronta pra parar!
'Eu não tenho certeza...' Eu murmurei, com o folego em baixa. Ele sorriu e me deu um selinho.
'Sabe, eu prefiro continuar com isso com você acreditando na minha masculinidade' Oh, ele ia continuar? Ótimo! 'Você acredita?' Ele mordiscou meus lábios de leve.
'Ahan...' E isso foi o que eu me capacitei a dizer. Qualquer coisa além disso teria saído confusa e sem sentido.
Ele me deu mais um selinho e traçou um caminho de beijos até a minha orelha e mordiscou.
Oh, man, esses botões não acabam?
BAM BAM BAM
'? O QUE HOUVE COM A PORTA?'
'Merda' sussurrou ainda perto do meu ouvido e eu estremeci. Ele se afastou, provocando um muxoxo meu, e fechou a camisa. Eu tinha tido tanto trabalho pra abrir!!!!
deu um sorriso de lado pra mim e levantou meu queixo, se aproximando de novo, para me dar mais um beijo. Foi bem rápido.
'Se esconde ali' Ele apontou pra armário. Eu corri pra lá e metade dele era de Boás rosas cor de choque chocante. 'Er, desculpe, professor' Eu ouvi ele dizendo.
'Está tu...' O sinal bateu, terminando o recreio. Eu me assustei, me embolando com aquelas plumas todas. O recreio já havia passado? Eu nem reparei... me atracando com na sala de apoio a homossexualidade. Mas hein? '...do bem?'
'Acho que sim...' disse. 'Uhm... O senhor se importa de me liberar das próximas aulas? Eu acho que vou ficar por aqui... Foi um pouco... Constrangedor, entende?'
Fez-se um minuto de silêncio, então eu ouvi um tapa.
'Claro, querido, tudo que você quiser' e a porta se fechou.
Eu sai do armário, cautelosa, pra encontrar um parado de olhos arregalados e com uma das mãos no ombro direito. Ele levou o olhar pra minha direção, ainda arregalado.
'Ele deu em cima de mim'
Eu ri.
'Ele acha que você é gay'
'Mas ele é velho!'
Bom, ao menos ele não pensa em me trocar por aquele professor gay amável e que usa lindos sapatos Prada que eu pediria à pra pedir pra ele me emprestar. Eu mordi os lábios, segurando o meu comentário e o silêncio se fez.
foi até a porta e fechou o trinco. Então deu alguns passos pra trás, se encostando na mesa da sala. Era uma mesa comum e quase não combinava com todo o resto. Ele se apoiou na mesa, quase sentando nela e voltou a olhar pra mim, os olhos brilhando mais do que eu já tinha visto. Eu desconfiava o que estava provocando aquele brilho todo, mas eu preferia guardar pra mim.
E eu fiquei só encarando, até que ele levantou uma das mãos na altura dos ombros e me chamou com o indicador. Não evitei tremer enquanto ia ao seu encontro.
Parei, encostando meus joelhos nos dele. Ele riu, me olhando de baixo à cima e mordeu os lábios ainda com os olhos brilhando.
Oh, merda, aquilo era desejo.
E eu não sei bem o que aconteceu a seguir, mas eu sei que em um momento nós estavamos nos encarando e no seguinte, eu estava praticamente sentada no colo dele, com uma perna de cada lado do corpo dele, com ele me beijando freneticamente. Como ele fez isso? Eu não faço idéia.
Então eu me concentrei no fato de que botões eram meus inimigos mortais e que deviam ser todos neutralizados.
E foi isso que eu fiz.
Eu, a garota que tentava se controlar em todas as aulas, e com um sucesso considerável, para não pular em cima do cara mais gostoso do universo, arranquei a blusa com o máximo de vontade possível.
E sorri, vendo os botões pularem desencontrados no chão da sala.
Mas isso teve o efeito contrário que eu queria, parou de me beijar - arrancando um suspiro resignado meu - e me encarou, assustado.
Mil coisas passaram na minha cabeça naquele segundo: Um, ele não queria ir tão longe quanto eu havia pensando em ir. Dois, eu havia sido sadomasoquista (embora eu nunca tenha entendido o porquê disso) e ele não ia mais querer olhar pra minha cara. Três, ele tinha se tocado da merda que estava fazendo e ia me parar naquele instante. Nós nunca mais nos falaríamos, eu mudaria de escola e tudo ia ficar como antes.
E então ele riu. ELE RIU!!!! Minhas teorias todas cairam e ele ficou RINDO!
Aí ele me puxou de novo e girou, me colocando sentada na mesa com ele em pé entre as minhas pernas.
Posso falar que surtei o suficiente pra não lembrar que estava na escola? Eu surtei o suficiente pra não lembrar que estava na escola.
A mão dele, que antes estava posicionada na mesa, pra que ele não desequilibrasse, passou pra minha cintura. E apertou. Puxou-se para mais perto de mim, apertando sua ereção contra o meu corpo.
Eu gemi, mordiscando os lábios dele e arranhando as costas dele com as minhas unhas, o que provocou gemidos da parte dele também, me causando arrepios até o último fio de cabelo.
Então ele resolveu deixar minha boca desinchar um pouco e se ocupar em deixar marcas pelo meu pescoço. Eu já não conseguia respirar, puxando o cabelo dele de leve a cada arrepio mais forte que me vinha. A minha outra mão dançava pelo peitoral semi-definido dele.
Perfeito.
Eu ia desmaiar.
Eu cheguei a essa conclusão quando ele resolveu que eu estava vestida demais e colocou uma das mãos por debaixo da minha blusa e arrancou-a pela minha cabeça.
Arrepios, arrepios, arrepios. Quase lhe arranquei o couro cabeludo.
'Hmmm' Ele murmurou enquanto tirava a alça do sutiã do caminho dos beijos que ele dava no meu ombro esquerdo 'Eu gosto dessa cor'
'Gay' Eu sussurrei, quase sem ar.
Ele riu. E foi um pouco bruto. Se jogou contra mim, me forçando a deitar na mesa, enquanto ele espalhava papéis rosas para o chão.
'Certo. Vamos ver quem é a mulherzinha aqui'
Tá, ele me deu medo. E minha barriga deu três mil voltas em um segundo. E eu senti todo meu corpo se arrepiar de novo.
Ele pôs-se a morder meu pescoço com tanta força que eu quase gemi de dor e cravei minhas unhas em sua pele. Se ele queria me machucar ou deixar marcas, eu também faria isso.
Ele tentou arrancar meu sutiã de qualquer maneira e não foi muito bem sucedido. Eu o chamaria de gay novamente, mas estava assustada com o que mais isso poderia ocasionar, então eu mesma tirei o sutiã.
E tive que sufocar um gemido bem mais alto quando ele começou a beijar, sugar e massagear meus seios. Eu joguei a frustração do meu gemido nos cabelos dele e ele acabou gemendo de dor por causa da força que eu usei. Mas sorriu pra mim e desceu os beijos pela minha barriga, me fazendo me contorcer. Bom, aí ele arrancou a minha saia e se distraiu com as minhas coxas.
Eu estava tão... Compenetrada que nem vi quando ele arrancou suas próprias calças, nossas roupas intímas e me penetrou.
E não entendi muito bem o que era aquilo. Uma mistura homogênea de dor e prazer que eu nem conseguia diferenciar onde começava um e outro. Eu só... sentia. Não entendi muito bem o porquê que alternava as penetrações em extremamente lentas e extremamente fortes, mas isso era bom também.
Ele desabou sobre mim, distraidamente, a respiração quente e ofegante dele próxima a minha orelha. Só aí eu reparei que eu também estava ofegante. Eu estava ocupada, distraida com outras áreas do meu corpo pra perceber isso.
'Nossa' Ele sussurrou com a voz fraca, me mordiscando na altura do queixo. 'Isso foi... wow'
Do que ele estava falando? Eu não havia feito nada 'wow'. Eu só fiquei lá... er... gemendo. Mas eu ri.
'Você é pesado' Eu reclamei. Ele rapidamente se jogou para o lado, quase na beirada da mesa, e me puxou mais pra perto dele, encaixando-nos 'Hmm, agora tá bom.'
Ele riu.
'Cara, você é a melhor' Ele suspirou.
'Melhor de quantas?' Eu não consegui segurar a pergunta. Ele olhou pra mim, estreitando os olhos.
'Sete' Ele acabou respondendo 'E você?'
HEIN?
'Eu o quê?' Fiz-me desentendida.
Ele riu.
'Quantos antes de mim, ?' Ele foi direto. Me fodi. E nunca tinha sido tão literal. 'Sério, manda bala, eu não vou reclamar...'
O que ele estava pensando?
'Bom... Er... Nenhum' Eu sussurrei.
Ele saltou, sentando-se e olhando pra mim. Eu escorreguei, caindo da mesa e ele pulou pra fora dela, totalmente nu, me ajudando a levantar e me colocando sentada na mesa, sentando-se ao meu lado.
Eu olhava pra baixo e eu sentia que ele me encarava. Eu estava corando, corando demais.
'O que você... disse, ?' Ele me perguntou, quase que inseguro.
Eu corei mais fortemente, se possível e olhei pro lado contrário ao que ele estava.
'Eu não tive ninguém. Você foi o primeiro.'
O silêncio que se seguiu foi quase desesperador. mesmo que cortou.
'Aw' Ele gemeu. 'Aw, Que merda!' Ele quase urrou. Agora era a hora que ele dizia que tudo tinha sido um erro e eu mudava de colégio e blablabla? ', Por que você não me falou antes?' Oh, se eu tivesse falado antes, ele nem teria chego perto de mim. Certo?
'Você nunca perguntou' Eu dei de ombros.
'Merda!' Ele gritou.
Eu me encolhi, tentando cobrir as partes que eu queria que estivessem vestidas. Ele ficou se batendo e resmungando por mais um tempo. Eu estava prestes a me levantar pra pegar minhas roupas e sumir dali quando eu ouvi.
'Eu vou ter que consertar isso. Mas como eu sou idiota!'
'?' Eu chamei, aturdida.
'Ahn?' Ele olhou pra mim meio aéreo. 'Ah! Ah, , me desculpa, desculpa, desculpa'
'Desculpa?' Eu perguntei.
'Eu fiz tudo errado, eu devia ter te levado pra um lugar legal, mas eu me descontrolei e... Ah, a gente não devia ter feito isso, eu devia ter te mimado por algum tempo, sei lá, isso foi errado' Eu me abracei, sem saber o que pensar ou dizer. 'Eu não devia ter feito isso com você' Ele sussurrou.
'Certo.' Eu disse 'Você quer que eu vá embora agora?'
'Ahn?' Ele me olhou confuso.
'Foi um erro, certo?' Eu estava controlando as minhas lágrimas 'Você, provavelmente, não quer me ver nunca mais, então acho melhor eu...' Ele estava rindo. RINDO DE NOVO!
', o que você bebeu?' Ele me perguntou, ainda rindo. Eu não estava entendendo. 'Cara, você entendeu tudo errado!' Ele passou o braço pela minha cintura, me abraçando e eu levei um susto.
'Mas... Você disse...'
'Eu disse que foi um erro porque foi cedo. E num lugar errado, no momento errado. E não porque eu não queria.' Ele mordiscou minha orelha. Eu tremi 'E eu ainda quero, muitas outras vezes' Meu estomago revirou. 'Eu devia ter dado a você uma primeira vez mais legal...'
'Bom' Eu tentei colocar meus pensamentos em ordem, mas estava muito difícil 'Quantas garotas vão poder dizer que perderam a virgindade numa mesa no centro de apoio a homossexualidade?'
Ele enrijeceu.
'Nenhuma, por que nenhum cara é idiota o suficiente pra fazer isso'
'Aw, ' Eu o encarei 'Não foi ruim'
'Mas não foi bom' Ele se culpou.
'Foi sim' Eu disse, sem pensar, e corei logo em seguida. Ele sorriu com isso.
Ele grudou os lábios nos meus.
'Foi bom, é?' Ele sussurrou e meu estomago queria encontrar alguma maneira de sair.
'Foi' Eu disse, fracamente, fechando os olhos.
'Quer repetir?' Ele questionou. Eu quase cai da mesa de novo.
'Quero' Respondi, ainda mais baixo.
Ele mordiscou meu lábio inferior.
'Num lugar decente, agora' Aw, por que ele me provocou, então? 'Vai, se veste. Minha casa está vazia.'
Eu ri com isso. Minha mãe certamente não ia ligar se eu falasse que estava estudando com , ela o adorava (E quem não adorava?). Eu só não precisava dizer que estava estudando reprodução dos seres humanos.
Eu fui catando as minhas roupas, só me acompanhava. Por que minhas roupas estavam espalhadas pela sala e as dele em uma pilha ao lado da mesa?
'Hey' Ele me chamou. Eu olhei pra ele, já vestido com a camisa estragada por mim 'Só pra te avisar' Ele me deu uma piscadela 'Estamos namorando'.
Eu ri, sacudindo a cabeça, e voltei a catar minhas roupas.
Oh, eu estava feliz agora.

N/a: Well, eu não gostei. Mas quando eu digo que não gosto, eu apanho ¬¬' Mas tá aí, primeira restrita, eu iria escrever uma dessa alguma hora MAHAUAHAUA Foi uma barra porque a minha fletcher não queria ler porque era como se 'estivesse vendo a primeira vez da amiga dela' e eu nunca escrevo nada sem a Piu. Deixa ela comigo, só MAHAUAHAUAHAU
me digam se gostaram, se querem bis, se eu escrevo melhor não-restrita MAHAUAHU qualquer opinião é válida, gente ^^








+1 comentários
Melissa
lolcharizard@yahoo.com.br
189.11.43.101
Enviado em 18/05/2014 as 11:04 pm
Hahaha adorei. Sua escrita é limpa e super divertida e como amei esse cara. Parabéns mesmo! Vou procurar mais 'estórias' da sua autoria, porque adoro humor picante, se é que me entende rs.
Você escreve super bem.