já leram.


C.A.H. 2


'Senta aí' apontou pro sofá, enquanto ele fechava a porta. Eu caminhei devagar pra lá, um pouco dolorida até, tentando disfarçar o meu pequeno incômodo.
'Eu acho que preciso ir ao banheiro' Eu disse. olhou pra mim meio sem jeito. Não era uma situação muito comum, bom, eu não achava comum.
Ele apontou pra onde eu devia ir e acompanhou meus passos incertos até o banheiro. Acho que ele desconfiava que eu estivesse me sentindo dolorida agora.
Fechei a porta com cuidado e tranquei-a. Um pouco de mim agora.
Me sentei na privada e respirei fundo. Era tão estranho... Naquela manhã, eu e ainda éramos amigos.
Levantei, lavei meu rosto e sai aos tropeços para fora do banheiro. me aguardava encostado na parede de frente a porta.
'Tá tudo bem?' Ele reparou no pouco de cabelo que eu havia molhado e no meu jeito esquisito de andar, quase como se estivesse mancando.
'Tô' Eu sussurrei.
'Hmm' Ele murmurou, me puxando pela cintura com uma só mão, a cabeça dele batendo em um dos degraus da escada. 'Eu não te machuquei, machuquei?'
Pergunta díficil, essa.
'Não exatamente' Uma resposta sincera. Ele mexeu o lábio em desagrado e me beijou entre o queixo e a bochecha. 'Só estou um pouco... Dolorida'
Isso pareceu afetá-lo de alguma forma. Ele girou comigo, me encostando na parede. Minha cabeça não chegava nem perto do degrau abaixo de onde estava a cabeça dele, anteriomente.
'Desculpa' Ele sussurrou, beijando, levemente, atrás da minha orelha.
'Eu acho... que é normal. Está tudo bem.' Eu abaixei a cabeça, ligeiramente envergonhada, deixando o cabelo tampar um pouco o meu rosto.
Ele colocou meu cabelo atrás da orelha, levantando o meu rosto e encarando-me nos olhos.
'Eu não acho que isso seja muito normal' A culpa transbordava dos olhos dele. 'Você devia ter me falado...'
'Você vai falar isso por quanto tempo?' Eu perguntei. Ele riu baixinho.
'Pelo tempo que eu me sentir culpado' Ele me deu um selinho 'Você sabe onde é meu quarto, certo?' Confirmei com a cabeça. 'Eu vou na cozinha arrumar algo, vai pra lá que eu já vou' Confirmei outra vez. Ele sorriu e me beijou de leve.
Esperei ele sumir pelo corredor pra me atrever a caminhar até o primeiro degrau. Isso seria bem difícil.
Eu não estava sendo falsa ou algo do gênero. Não estava doendo, só estava... esquisito. Bastante incômodo. Nada preocupante, só esquisito.
Mas subir as escadas não era bem o que eu queria fazer. Subir dois degraus de uma vez era mais prático.
Lá estava, no fim do corredor. Nem parecia um quarto de um cara, quero dizer, meu quarto era mais bagunçado que o dele. Não que meu quarto fosse um exemplo de arrumação, o dele - sem dúvidas - era.
Eu ignorei os pôsteres na parede, coisa que eu não havia conseguido fazer da primeira vez que estive ali, no mês anterior, e me joguei na cama. A cama tinha o cheiro característico dele. Era incrível, parecia que ele tomava banho antes de dormir e passava perfume. Só assim pra ficar com aquele cheiro.
Eu nem reparei quando peguei no sono...
'?' Ele me acordou com um sorriso.
Eu pisquei meus olhos, tentando lembrar como eu havia parado ali. Ah, sexo no C.A.H., fugir da escola, casa do . Tudo faz sentido agora.
'Oi' Eu sorri. Ele passou a mãos pelos meus cabelos, jogando pra longe do meu rosto.
'Tá tudo bem?' Ele perguntou. De novo. Eu concordei com a cabeça. 'Trouxe ovos, bacons e torrada'
'Você quer me engordar, é?' Eu perguntei, rindo e me sentando.
'Bom, sabe como é, né?' Ele riu, colocando a bandeja à minha frente 'Eu gosto de carne' E mordeu o lábio. Eu corei, de repente achando as torradas muito interessantes. riu, me dando um beijo na cabeça. ‘Era brincadeira, pequena, eu gosto de como você é.’ Mesmo assim, as torradas pareciam muito felizes e eu comecei a devorá-las. É, devorá-las. ‘Acho que eu deixei alguém com fome’ se gabou.
Dei língua pra ele. Ele pareceu bem paciente, enquanto eu comia. Até eu sentir os mesmos arrepios de quase uma hora atrás quando ele resolveu mordiscar minha orelha. Ele riu, vendo o pulo que eu havia dado. Meu cabelo foi colocado pro lado e então meu pescoço foi feito de vítima. Comida gostosa ou gostoso? Isso era mesmo um impasse?
Eu larguei a bandeja de qualquer jeito e me virei pra ele, sentando em seu colo com uma perna de cada lado. Ele adorou aquilo.
Os lábios dele capturaram os meus com tanta vontade que eu fiquei com medo de chegar em casa com os lábios roxos. Teria que dizer pra minha mãe que era a nova cor da moda. Mas logo ele resolveu se distrair com meu pescoço, que por sinal, já estava começando a criar as cores de hoje mais cedo. gostava do meu pescoço, isso eu já sabia. E eu precisaria arrumar uma coleção de lenços.
Minhas mãos corriam pelo abdômen demarcado dele. Ah, eu podia destruir mais blusas. Joguei a blusa pra trás, vendo as mangas saírem facilmente. Se ele usasse blusas assim o tempo todo, tudo seria mais fácil. Eu desci minhas mãos até o cós da calça dele e vi que ele tinha parado de beijar meu pescoço. Congelado. Esperto.
Mordi de leve a orelha dele e o empurrei pra deitar na cama. Ele fechou os olhos, mordendo o lábio. Beijei-lhe o pescoço, descendo para o peitoral dele. Ele grunhiu quando eu me aproximei do abdômen. Mordi de leve e ele gemeu. Eu quase parei ali pra admirar. Oras, eu não sabia que eu tinha esse poder todo, me deixem.
Sabe por que eu não parei? Porque MEU namorado é muito gostoso. Oh, yeah, mais que as torradas que ele preparou.
Continuei descendo os beijos e eu mesma me assustei quando percebi que havia chegado ao cinto da calça dele. Olhei pra seu rosto e ele tinha os olhos cerrados e a boca aberta, arfando. Eu não ia parar agora.
Fiz menção de abrir o cinto, mas as próprias mãos dele me pararam. Ele sorriu, puxando meu rosto pra cima e me deu um selinho, me fazendo deitar ao seu lado. Eu o olhei inquisidoramente. Olha, eu tinha tomado coragem de fazer tudo aquilo e ele foi me parar justo naquela hora?
Ele sorriu e me deu outro beijo. Demorou mais que o selinho, mas também foi rápido.
‘Desculpa, mas eu não sou uma máquina, amor’ Ele sussurrou, rouco. Eu corei, competindo com a cor de mogno da cama dele. ‘Só preciso descansar um pouquinho e mais tarde a gente se diverte mais.’ Ele fechou os olhos. Acho que ele queria cochilar, como eu tinha feito.
Mas a mão dele continuava a acariciar e apertar minha cintura, me fazendo arrepiar os cabelos da minha nuca.
’ Eu sussurrei, mais acordada que nunca.
‘Huh?’ Ele respondeu, ainda rouco.
‘O que vai fazer amanhã?’ Ele abriu os olhos, me encarando com aqueles dois globos , me fazendo sentir completamente transparente. Eu quase vacilei ao continuar. ‘Bom, todo mundo acha que você é gay e agora a gente ‘tá junto.’
Ele abriu o maior sorriso do mundo com o meu ‘tá junto’ e eu estremeci ainda mais com isso.
Eu ia pirar. Era a mão dele na minha cintura, os olhos me encarando e aquele sorriso maravilhoso? Sem contar que ele estava sem camisa (mérito meu, caham) e aquela não era a visão mais puritana do mundo. E ele ainda queria que eu esperasse ele voltar a funcionar? Broxante.
‘Eu posso dizer pra escola toda que você é lésbica e que nossas almas se completam’ Ele riu. HAHA, muito engraçado. ‘Podem achar que eu sou o piadista do ano e eu vou acabar tendo destaque no livro’
‘Ou podem achar que é verdade.’ Eu tinha que ser pessimista.
‘E aí a gente pode se agarrar quantas vezes quiser no C.A.H.’ Ele sussurrou, voltando a fechar os olhos. ‘Já que você gosta tanto de lá...’
Essa não era uma idéia de todo ruim. Mas eu preferia a primeira opção. Eu ia falar isso quando reparei que havia caído no sono. Sorri, fazendo cafuné nele. Eu gostava de fazer cafuné nas pessoas enquanto elas dormiam.
Okay, isso era uma mentira. Eu gostava de fazer cafuné no quando ele dormia nas aulas.
Eu suspirei, sentindo o sono voltar pra mim.
Um arrepio, dois arrepios. O terceiro me despertou pra valer. beijava meu pescoço. Resmunguei algo, informando que estava acordada. Parecia que alguém já tinha descansado o bastante. Sorri quando senti ele roçar o nariz no meu.
‘Quer tomar banho?’ Ele me perguntou. Broxante. Eu queria ele, não o chuveiro e a água. Fiz bico. ‘Vamos, isso fica bem melhor embaixo do chuveiro’.
‘Isso?’ eu perguntei, devagar por ter acordado naquela hora. Mas ele sorriu maleficamente e eu entendi
Afinal, eu não era tão lerda assim. Ou não costumava ser.
Fato que quando eu sentia perto de mim, eu ficava lerda. E, ao mesmo tempo, eu sentia que todos os meus hormônios eram pessoas felizes e bastante pervertidas.
Porque ninguém tem idéia do quanto eu tinha vontade de tirar àquelas calças dele e admirar a bunda dele outra vez. Mesmo ela ficando bem naquelas calças largas.
Ele me puxou pela mão pra fora da cama, e eu saí de mau jeito. Mas ele não deixou eu dar um passo sequer, passando um dos braços pelos meus joelhos e o outro pela minha cintura, me levantando do chão.
!’ Eu reclamei, enquanto ele ria.
‘Vamos fazer as coisas certas, madame’ Ah, okay, aquilo ainda era ele tentando se acertar comigo.
O quarto dele era uma suíte e eu sempre tinha achado isso interessante. Agora me parecia conveniente. E ele me parecia experiente quanto a levar garotas pro banheiro. Tentei controlar meus ciúmes, mas eu tinha uma terrível ligação cérebro-boca que me impedia de segurar as perguntas que eu fazia a mim mesma.
‘E quantas garotas o senhor já trouxe pra esse banheiro, hein, senhor ?’
Ele me lançou um olhar sapeca, como se estivesse sido pego.
‘Algumas’ me colocou sentada no vaso fechado e me beijou na boca.
Naquele momento, eu esqueci qual era a ordem e o valor certo dos números. Então não me adiantava perguntar a quantidade.
Ele agachou à minha frente, encerrando o beijo. Eu reclamei, sabe? Eu queria mais! Mas, então, senti seus lábios na minha barriga, enquanto ele levantava a minha blusa. Não demorou muito pra ela ir ao chão. Ele ainda ficou dando mordidinhas na minha barriga, enquanto eu acariciava sua cabeça.
Ele estava me tratando como se eu fosse uma bonequinha frágil e pudesse se quebrar a qualquer momento. Bem diferente de antes, que ele tinha chegado a ser quase bruto. Eu gostava daquilo.
Eu peguei em seu queixo e o fiz olhar pra mim. Ele sorriu, indo me beijar tão ferozmente que eu tive que sorrir ao perceber que o cuidado dele era só reservado pra todo o resto do meu corpo.
O beijo foi encerrado e os lábios dele desceram para o meu colo. Joguei a cabeça pra trás sentindo-o beijar meus seios por cima do sutiã, enquanto a mão dele tentava abrí-lo.
‘Bosta' Ele reclamou, tentando arrancar o sutiã, rasgá-lo ou algo parecido. Eu ri, abrindo-o com uma mão só. 'Um dia você vai me ensinar a abrir essa coisa' Ele disse, enquanto descia as alças do sutiã.
Eu não respondi, eu fiquei chocada demais com o 'um dia' dele. Isso significada muitos e muitos arrepios, muitas e muitas vezes. Meus pensamentos em vezes futuras foram embaçados quando os lábios dele encostaram em meus ombros, desceram pelo meu colo, passando pela minha barriga.
Então ele parou. Eu não abri os olhos pra checar, uma hora eu ia sentir um novo arrepio e eu identificaria o que ele estava fazendo. Então eu senti suas mãos levantando meu pé. E eu me preocupei quando os lábios dele encontraram meu tornozelo. Eu não tinha raspado minhas pernas na última semana. Ele, por outro lado, nem parecia ter percebido isso, enquanto subia os beijos em direção à minha coxa.
É, eu não contive o gemido quando ele lambeu a parte interior da minha coxa. Oras, eu não tinha culpa se aquilo era bom e... Definitivamente não queria pensar no que ele pretendia fazer.
Ele se afastou, sorrindo, satisfeito. Minha saia voou pra longe tão rápido que eu quase não notei. Ele me lançou um olhar travesso e safado e eu gelei no sentido bom da coisa.
Então a minha calcinha se juntou às outras no universo paralelo das roupas perdidas.
E eu não soube exatamente o que fazer quando ele me penetrou com dois dedos. Na verdade, eu fechei a mão em punho, antes de levar ao meu cabelo, pra puxá-lo, jogando meu corpo pra trás, batendo na parede. Eu abrir meus olhos, fora de foco, vendo sorrir satisfeito com as arfadas que eu dava a cada nova investida.
Voltei a fechar os olhos, gemendo. Eles não me adiantavam muito mesmo. Então eu senti ele tirar os dedos e não colocou-os de volta.
Eu abri os olhos, pronta pra reclamar com ele que ele não devia parar naquela hora e que estava bom, mas eu parei vendo o que ele tramava.
Eu vi antes de sentir as ondas de prazer voltando mais fortes que antes com a língua dele acariciando minha vagina. Ele me penetrou com a língua algumas vezes antes de mordiscar levemente o meu clitóris.
Oh, céus, ele sabia o que estava fazendo.
Meu gemido saiu muito mais alto do que eu esperava, foi quase um grito. A minha mão, que estava puxando todos os cabelos dele que eu conseguia puxar, puxou-os novamente, fazendo com que o rosto dele fosse até o meu. Foi um beijo bem mais rápido e com muito mais desejo de ambas as partes.
Então eu o empurrei contra a parede à minha frente e ele me olhou questionando. A minha cara sapeca deve ter me entregado, não era possível.
Oras, ele havia me feito gritar, eu queria algo parecido.
Ajoelhei na frente dele e abri o seu cinto, vendo a calça escorregar pelas pernas dele. Mordi os lábios. A boxer dele não demorou a seguir o mesmo caminho da calça.
Na verdade, eu não tinha pensado muito bem no que fazer depois que eu terminasse de o despir. Ver o membro ereto dele na minha frente, daquela maneira, enquanto ele me olhava quase que apreensivo e ao mesmo tempo incrédulo.
‘Você não precisa fazer isso, sabe?’ Ele sussurrou e eu soube que ele estava quase rezando pra que eu não o escutasse.
Eu não escutaria, anyway.
Então, eu estava curiosa. Curiosidade era bom, sabe?
Eu levei um dedo ao pênis dele, acariciando-o do talo à glande, mordendo meu lábio. Olhei pra cima e estava com os olhos cerrados, parecendo derrotado.
Derrotado. Eu havia o derrotado?
Sorrindo, eu coloquei meus outros nove dedos só apoiando, já que eu não sabia muito bem o que fazer.
Então eu coloquei a cabeça na minha boca e o ouvi arfar. Passei a minha língua pela circunferencia e eu parei, sem saber o que fazer. Senti a mão de na minha nuca, puxando meus cabelos e empurrando minha cabeça contra ele.
Bom, eu quase me engasguei, mas foi mais por susto. Eu mesma continuei o movimento, ouvindo-o gemer cada vez mais alto.
Eu estava pegando o jeito quando puxou meu rosto, me fazendo levantar e me beijou. No meio do beijo, minhas pernas foram levantadas e laçadas na cintura dele. Eu encostei a testa na dele, mordendo meu lábio, sentindo o membro dele roçar e quase me penetrar sem querer, enquanto ele me carregava até o chuveiro.
Ele ligou a água rapidamente e eu entendi porque aquilo era melhor embaixo do chuveiro. Nem tanto a água, ela nos sufocava enquanto a gente se beijava –mesmo aquilo também sendo muito bom- e encharcava nossos cabelos de modo que meus dedos escorregavam nos dele e os dele nos meus, mas sim a desculpa de se fazer sexo naquela posição.
Ele tinha os lábios nos meus, eu arranhava os ombros dele e ele tinha as duas mãos apoiadas na parede, onde eu era espremida sem reclamar.
Ele me penetrava mais forte e mais rápido que da outra vez e com uma certa urgência mais urgente.
Tentei jogar minha cabeça pra trás algumas vezes, dando com ela nos azulejos do box. Ele mordia meu pesoço com mais força e ria quando eu fazia isso.
Mas isso era tudo superficial. A concentração maior estava toda nos espasmos de prazer que eu sentia.
Em determinado momento, gemeu mais alto. Eu sabia que não demoraria muito pra ele desabar e eu ter que esperar pra tudo aquilo de novo. Mordi embaixo da sua orelha, quase pesarosa quando eu senti meu corpo todo tremer. gemeu bem mais rápido e eu soube que ele tinha gozado, mas eu não estava pronta pra parar.
Ele deu mais uma estocada e a onda de prazer veio muito mais forte que as anteriores e eu gemi muito mais alto. Eu sentia que queria parar, mas ele continuava me penetrando e cada vez mais eu gritava. Então eu gemi e ele parou, sem tirar o pênis de dentro de mim, e veio me beijar.
Ele encostou na parede do lado e escorregou até o chão comigo no colo. Eu o envolvi pela cintura e encostei minha cabeça no seu ombro.
Senti ele suspirar e mordiscar minha orelha.
‘Isso foi um orgasmo?’ Ele me perguntou.
‘Eu não sei’ Respondi com a voz fraca, ainda sentindo meus cabelos na nuca arrepiados.
‘Isso foi um orgasmo’ Ele afirmou, rindo. Ficamos mais alguns minutos naquela posição, trocando carícias. Até que ele levantou, provavelmente notando que nossoas mãos começavam a enrugar demais e fechou o chuveiro. Saiu do box e me colocou sentada de novo na privada.
Então eu quase bati palminhas, vendo ele virar de costas pra mim e me deixando admirar aquele modelo único que Deus deve ter feito a fôrma e jogado fora.
Ele voltou, segurando uma toalha e começou a me secar, passando-a por todas as partes do meu corpo, me deixando nervosa de novo. Ele realmente queria me fazer de bonequinha dele. Então ele se secou, pegando outra toalha e a amarrou na cintura. Eu fiz bico, e ele riu da minha cara.
Me deu um selinho.
‘Já volto’ Sussurrou.
É, meu namorado é perfeito em todos os sentidos e eu tenho pena daquelas garotas que ficam chorando no banheiro da escola.
Eu aguardei ele voltar, já de boxer e trazendo uma camiseta dele. Ele passou meus braços pelas mangas e fechou cada botão com o máximo de cuidado. Me puxou pela mão, sorrindo ao ver que a blusa não ficara nem um pouco longa e me guiou até a cama dele. Ele deitou, me puxando pro lado dele e ele ficou me fazendo carinho na cintura e eu lhe fazendo cafuné até o primeiro se render e dormir.
Acho que fui eu...

N/a: É, cá estou eu na véspera do meu aniversário de 19 anos escrevendo essa fic. Não ficou ruim. Não me matem, eu nunca gosto das fics mesmo MAHSUAHSUHSUA Então, eu não ia escrever essa continuação até ver que tinham mais de 80 comentários em C.A.H. Eu fiquei CHOCADA! Sério mesmo, gente, MUITO obrigada!
Só por isso vocês ganharam esse presente!