já leram.


Sentença Correta




Lá estava ela, pronta pra encontrar a melhor amiga na boate nova da cidade. Quase todos os seus colegas e conhecidos tinham convites antecipados para a balada daquela noite e, é claro, não podia estar atrás.
Ela estava ansiosa. Na verdade, queria curtir a noite. Ela estava em um relacionamento com um garoto bonito, alto, moreno e magníficos olhos azuis, chamado Harry, mas faziam alguns dias que ele não ligava para ela, então ela achava que era melhor desencanar dessa.
Mas, no fundo, ela esperava que Harry estivesse na lista de convidados.
Com um vestido mais curto do que ela normalmente usaria, preto – e ela negou pra si mesma que não era porque Harry gostava daquela cor, ela desceu no ponto de ônibus mais próximo da boate, olhando para os lados, procurando pela amiga. Não havia nenhum sinal dela.
odiava esperar. Ainda mais esperar pra entrar numa boate pra encher a cara. Ainda mais com a roupa fatalmente sexy que ela tinha colocado. Ainda mais com o maldito salto agulha que estava matando seus pés antes mesmo da noite começar.
Então ela não poderia perder uma oportunidade perfeita de ter a desculpa perfeita, não é mesmo?
- Dougie! – Ela chamou o rapaz assim que avistou-o.
Conhecia-o vagamente de algumas saídas com Harry. Sabia que eles eram do mesmo círculo de amizades, mas não lembrava o quão próximos eram. Bom, ela não se importava. Talvez fosse legal se Harry ficasse sabendo que ela havia ficado com um de seus amigos, não é? Vingança, ah, doce vingança.
- Ah...! – O garoto parou, tentando reconhecê-la. Ela teve certeza de que ele não sabia quem ela era, mas o olhar que ele lançou em seu corpo a fez crer que ele não se importava nem se ela fosse uma mendiga, ele iria investir. – Oi... Ahn...
- ! – Ela riu, jogando sua voz mais doce. – Você está entrando? Posso ir com você? Me perdi da minha amiga...
- Claro! – Ele respondeu sem nem pestanejar. – Eu me perdi dos meus amigos também, isso aqui está fervilhando.
Com um sorriso vitorioso ao sentir a mão dele se apoiar acima de seu quadril pra guia-la para dentro da boate, ela mandou uma sms pra amiga, avisando que iria sumir na multidão. Sabia que depois ia ter que se resolver, mas ela tinha planos loucos para essa noite.
Ao entrar na boate, teve certeza que colocara a roupa certa porque todos os olhares se voltaram para ela. Ela capturou o olhar de um cara bonito, muito mais bonito do que ela poderia arrumar em dias não produzidos. Dougie, percebendo, resolveu tomar uma atitude.
- Ei, vamos pegar aquela mesa? – Ele apontou pra uma das poucas mesas vazias. – Você pode ir pra lá enquanto eu pego uma bebida pra gente, o que acha?
, você aceita essa bebida?
Sim

Ela concordou com a cabeça e Dougie sumiu pela boate, enquanto ela se acomodou à mesa, esperando-o. Dougie demorou um pouco, mas voltou antes que ela esperava, pela quantidade de gente da boate.
- Não sabia o que pedir pra você, mas pedi pra eles virem aqui perguntar o que queremos mais em alguns minutos.
E assim foi feito. De cinco, dez ou quinze minutos, um novo garçom passava com novas bebidas. Dougie garantiu pagar tudo. Ele parecia estar sofrendo de um problema parecido com o dela e os dois estavam competindo quem estava tomando o maior porre.
Foi assim a noite toda. Eles chegaram a se curvar, rindo um sobre o outro, falando besteira e um beijo ou outro saiu, mas nada demais. Não conseguiam nem anotar o número um do outro.
A noite acabou e a boate ficou vazia, mas os dois não se importaram. Grudados em uma garrafa de gim, eles cantavam com todo o ar dos pulmões a última música tocada pelo DJ.
Quando o barman, sem jeito, se aproximou dos dois.
- Senhores. – Ele chamou. Os dois continuaram a cantar – Senhores! – Repetiu. Sentindo que os dois não iriam lhe dar atenção, o barman arrancou a garrafa de gim da mão de Dougie – A boate fechou!
Entre lamentos e tropeços, os dois deixaram a boate. A rua não estava exatamente vazia, então achou que era uma boa idéia seguir o fluxo de pessoas quando Dougie agachou na porta da boate pra vomitar a bebida.
- Frouxo – Ela murmurou, chateada por não ter conseguido o intento de seduzí-lo porque ele estava bêbado demais.
Ela continuou caminhando aos tropeços pelo caminho que ela achava que a levaria até em casa. Sem perceber, ela passou alguns pontos de ônibus. Quando estava prestes a sentar na calçada, um carro cinza parou ao seu lado e, do motorista, um loirinho com uma covinha linda sorriu pra ela. Ela estava tentando reconhecer o garoto.
- Ei! – Ele acenou pra ela se aproximar. – Você estava na festa com Dougie, não? – Ele apontou para o garoto jogado sobre o banco traseiro do carro. - Quer uma carona?
, você aceita essa carona?
Não
- Não, obrigada – disse, arrastando a voz – Eu já estou quase lá!
Tom olhou-a, cerrando os olhos, sabendo que a garota não estava falando a verdade. Estranhamente, pode-se ver preocupação nos olhos dele. percebeu, mas não ficou nem aí. Não lembrava de ter conhecido o garoto o suficiente para que ele se preocupasse com ela andando na rua, então simplesmente virou as costas e seguiu até o próximo ponto de ônibus, subindo no primeiro que parou pra ela.
Assim que ela passou na catraca, um garoto lhe sorriu. Sua capacidade de percepção não estava muito boa, mas ela sabia que conhecia esse de algum lugar. E era bonito. Então, simplesmente, tentou se segurar nas barras de ferro do ônibus até conseguir sentar-se ao lado do garoto.
- Olá! – Ele cumprimentou-a. Ele cheirava à bebida, mas não parecia nem um pouco tão bêbado quanto ela. – Voltando da festa?
Ela concordou com a cabeça, achando que o ônibus a faria vomitar a qualquer momento. Todo aquele balanço...
- Festa do ano, né? – Ele continuou tagarelando. – Ei, você está bem? Quer um chiclete?
Novamente, concordou com a cabeça. O garoto era legal e simpático e toda a sua concentração estava reunida em não vomitar em cima dele. Ela lembrava dele. Danny. Havia encontrado-o casualmente algumas vezes e tinha a impressão de que uma amiga sua costumava sair com ele. "Mãos grandes." Ela disse. "Sexo enloquecedor"
- Pra onde você está indo? – Ele perguntou, parecendo preocupado.
Respirou fundo, tentando acalmar o enjôo e achou que estava seguro o suficiente para falar.
- Kensington. Eu moro em Kensington.
- Kensington? – O garoto repetiu, parecendo chocado. – Kensington fica pro outro lado da cidade! Você tem que pegar outro ônibus pra chegar lá – Ele riu. – Não quer ir lá pra casa da minha mãe e voltar de manhã quando você estiver melhor?
, você desce do ônibus e pega o certo ou continua conversando com o garoto?
Continua



- É, eu acho que é uma boa idéia. – Ela disse.


Olhou-o direito, de perto, pela primeira vez. Os olhos lindos, azuis quase cinzentos, estavam sobre ela, divididos entre o tom de divertimento e a preocupação. A pergunta que ele fizera, embora pudesse ter um milhão de segundas intenções, feita por ele, soara infantil e inocente. Mas olhando para o sorriso maravilhoso que ele sustentava, ela sabia que a noite não acabaria em bêbados dormindo pelo chão. Ah, ela tinha certeza que acabaria em uma bela e confortável cama com ela contando quantas sardas o garoto tinha pelo resto do corpo.


- Ótimo. – Ele disse – Eu ia pro meu apê, mas eu me perdi da minha carona e é mais fácil ir pra casa da minha mãe daqui. E, além de tudo, ela não está em casa.


Com a declaração, a garota riu, fazendo Danny rir junto. Alguns segundos depois, ele estava com o queixo apoiado em seu ombro, dando-lhe beijinhos no pescoço e a fazendo agarrar o braço do garoto para se controlar. Ele riu, baixinho, se afastando.


- Vem, vamos descer. – Ele levantou, dando-lhe a mão para tentar oferecer um pouco de estabilidade, mas mal conseguia se manter em pé.


Com um pouco de esforço, os dois desceram do ônibus em uma rua tranquila, onde as únicas almas vivas fora de suas casas as quatro da manhã era um rato fugindo de um gato que o perseguia.


Danny empurrou-a contra a parede assim que o ônibus sumiu, virando a esquina. Os lábios encostaram-se aos dela enquanto suas mãos grandes procuravam desesperadamente por seus seios.


A garota apenas gemeu e passou os braços pelo pescoço dele, enquanto sentia-o apertando seus seios com extrema vontade.


Bom, ela esperava uma cama, mas se ele quisesse fazer algo ali, ia rolar, com toda a certeza.


As mãos do garoto adentraram por debaixo de seu vestido, puxando-a para mais perto, enquanto ele beijava-a com voracidade.


Ele mordeu seu lábio, sugando enquanto se afastava e deu alguns passos para trás, pegando sua mão para guiá-la até a entrada da sua casa.


Sem dizer uma palavra sequer, os dois entraram e se encaminharam pro quarto do garoto. Ela entrou, admirando a bagunça ligeiramente arrumada, ao passo que ele trancava a porta. Era hora de começar a verdadeira diversão, então Danny arrancou a própria blusa e tascou um beijo fervoroso nela. Ele não tinha planos de chegar até seu quarto – até porque ele não se recordava em que estado ele estava – então puxou-a para o sofá e deixou-a se acomodar, por cima dele, sentados.


A garota parecia bastante disposta aquilo, então ele empurrou-a e puxou-a com força, fazendo-a roçar em uma ereção, até que ela entendeu o que ele queria e continuou por si mesma, enquanto ele arrancava seu vestido e sutiã e grudava em os lábios em seus seios.


Ela arrancou-lhe a calça, excitada com a situação, e a cueca foi-se logo em seguida. Ela ficou decepcionada com o tamanho, mas nada disse. Se ela já estava na chuva, chuvisco ou temporal não faria diferença.


Danny a agarrou, colocando-a deitada no sofá em um só golpe. Então começou a acariciar suas coxas com aquelas mãos grandes que faziam qualquer um delirar. pensou diversas vezes, naquele momento, que quem sabia fazer, não precisava acumular centímetros lá embaixo, e ela esteve completamente certa que ele não precisava de nada além daquelas mãos para fazer uma mulher chegar ao ápice e, quando ele enfiou uma das mãos dentro de sua calcinha, separando os lábios e passando seus dedos pela vagina ensopada de excitação dela. Ele sorriu com seus grunhidos, o álcool parecendo ter sumido por alguns momentos e dando lugar ao fogo de prazer que corria pelo seu sangue.


Ele retirou a calcinha dela e começou a penetrá-la com o dedo mindinho. A garota se retorcia, tentava fechar as pernas inconscientemente e gemia, mas isso apenas o fazia rir. Para impedir que alguma movimentação da garota os atrapalhasse, ele encaixou seus joelhos em seu ombro, trocando o dedo mindinho pelo dedão. Isso pareceu excitá-la ainda mais. Ela se contorcia e ele se divertia. Ele sabia que a garota estava prestes a gozar, então parou por alguns momentos, deixando-a respirando afobadamente.


Não houve tempo suficiente, de acordo com ela, e logo ele voltara a excitá-la, desta vez passando a língua por seu clitóris, vez ou outra penetrando-a. Ela quis apenas retribuir, então deu um jeito de virar o corpo, achando que ele havia a ajudado nessa tarefa, enfiando o pênis do rapaz em sua boca.


Ficaram nessa brincadeira por um tempo, até ele realmente achar que iria ficar melhor de outro jeito, então se afastou, vendo-a sorrir. Sem dizer nada, ela virou-se no sofá, ficando de quatro e, em seguida, apoiando-se no braço do mesmo, oferecendo-se completamente pra ele. Ele piscou, deliciado, e então posicionou-se, penetrando-a sem dó algum.


Eles se movimentaram um contra o outro durante alguns minutos, mas pouco foi necessário pra chegar ao ápice, visto que ambos já estavam bastante animados. Danny foi primeiro e depois ajudou-a a conseguir com seus dedos, masturbando-a mais um pouco. Então, ele jogou-se no sofá, meio sem jeito, e dormiu ruidosamente.


- Quem diria, garoto do chiclete – Ela murmurou, antes de também adormecer.


Desce
- Não acho que seja uma boa ideia, Danny. - Ela disse. - Preciso ir pra casa.
Na verdade, ela estava pensando no quanto a amiga dela poderia ficar zangada se soubesse que ela tinha sido seduzida por um ex. Não tinha certeza se seria bem aceita e, se tivesse algum envolvimento com Danny, seria só depois da aprovação dela.
Com um pouco de clareza na mente, ela aceitou que ele anotasse seu telefone no celular dele.
- Você sabe qual ônibus tem que pegar? - Ele perguntou.
- É, acho que sim - Murmurou. - Acho que estou melhor agora.
Ela deu-lhe um beijo na bochecha e desembarcou no ponto de ônibus seguinte. Só tinha um problema: Não havia ninguém na rua.
Assustada, ela colocou o celular entre os seios e se encolheu no ponto de ônibus, esperando que o seu passasse o mais rápido possível. Se ao menos tivesse alguma loja 24H por ali, ela podia esperar o dia nascer, mas ela estava sem opções.
Estava frio. Ela se abraçou, vendo um carro passar. E, então, o carro freiou fortemente um pouco mais a frente e, para seu desespero, começou a dar marcha ré, parando a sua frente. Seu coração batia acelerado e ela estava pensando em começar a correr quando a janela abaixou e ela reconheceu o rosto.
- Harry - Sussurrou, completamente aliviada.
Ela ainda estava irritada com o rapaz, mas por ele tê-la visto sozinha e retornado, dava pra dar uma respirada. Sua salvação. Não ter que ficar sozinha no escuro e no frio.
- Ei! - Ele chamou. - Carona! Vem!
Sem pestanejar, ela deu a volta no carro e entrou na porta do carona, que Harry havia aberto pra ela de dentro do carro. Assim que se acomodou e colocou o cinto, foi surpreendida por um beijo de tirar o fôlego.
- Hm... Alguém andou bebendo. - Ele sussurrou, voltando a sentar-se reto em sua poltrona. estava perdida. Ela não esperava por esse tipo de reação dele, afinal ele não a ligava há dias. Ele pareceu perceber essa confusão na garota e começou a explicar - Minha tia ficou doente, eu tive que levar minha mãe pra casa dela, fora da cidade. Desculpa por não ter avisado, eu acabei ficando por lá esses dias, ajudando a levar as coisas que minha mãe precisava no hospital... Mas tinha essa festa que minha irmã queria ir, então eu e ela voltamos essa tarde e eu acabei dormindo no sofá. Acabei de ir deixá-la em casa e estava indo pro apê. Devo imaginar que você estava na mesma festa que ela?
achou que era muita informação pra mente ligeiramente bêbada dela, mas havia entendido que alguma coisa séria aconteceu e o garoto não era culpado por deixá-la sozinha.
- Todo mundo estava lá. - Ela respondeu, encostando a cabeça no banco e respirando fundo, sentindo o enjoo retornar.
Uma das mãos de Harry escorregou da marcha para a coxa dela. Ela prendeu a respiração por uns segundos e olhou para ele, checando que ele a olhava de rabo-de-olho, com um sorriso no mínimo safado no rosto.
- Você está bem? - Perguntou. Ela concordou com a cabeça, mesmo não se sentindo exatamente bem. - Bebeu demais, não é? - Com mais um aceno de concordância dela, ele continuou - Não quer ir lá pra casa? Vou ficar mais tranquilo se você estiver lá...
Ela sabia que não se tratava exatamente de tranquilidade.
, sua casa ou a de Harry?
Minha casa
- Eu quero ir pra casa, Harry - Ela disse, fechando os olhos - Estou muito enjoada.
A mão que estava em sua coxa foi retirada rapidamente. Ele suspirou.
- Tudo bem. - Ele disse. Parecia chateado.
O que ela podia fazer? Ninguém mandou ele simplesmente dar o pé sem avisar e fazê-la sair pra beber. Apesar que, quando ela saiu, essa não era a intenção principal dela.
O garoto dirigiu silencioso até a casa dela e estacionou na vaga vazia em frente a garagem. A casa inteira estava apagada.
- Tem alguém em casa? - Ele perguntou.
Ela deu de ombros, tirando o cinto. Quando saíra de casa, os pais tinham ido ao shopping. Ela havia deixado um bilhete avisando que tinha saído, mas aparentemente, dessa ela se safara.
Colocou a mão na cabeça, parecia que ia explodir. Ouviu o suspiro pesado de Harry e ele desceu do carro, aparecendo rapidamente abrindo a porta dela e oferecendo-lhe a mão pra ajudá-la.
- Você realmente bebeu demais - Ele disse. Ele abraçou-a pela cintura, fazendo a garota estremecer. Percebendo isso, riu e deu-lhe um beijo no pescoço. - Vamos. Vamos ver se achamos um comprimido pra salvar essa noite.
Os dois andaram, Harry praticamente carregando até a entrada da casa e ele forçou a porta, sem conseguir abrí-la.
- A chave fica atrás da plantinha - Ela disse, colocando a mão na cabeça, sentindo dor. - Minha cabeça está me matando.
Harry encostou-a na parede, antes de pegar a chave. Quando, finalmente, abriu a porta, a garota estava encolhida, sentada ao chão. Suspirando, ele agachou ao lado dela e passou os braços ao seu redor, levantando-a.
- Você vai vomitar? - Ele perguntou.
concordou com a cabeça, então ele carregou-a até o banheiro, deixando-a sentada na tampa do vaso sanitário fechado. Ela colocou a cabeça entre as pernas, tentando recuperar um pouco da lucidez.
- Nunca mais bebo tanto na vida - Disse.
Harry riu, beijando-lhe o topo da cabeça. E ela estava se matando por dentro por quase ter dado um pé na bunda daquela fofura de pessoa.
- Vou arrumar algo pra você, está bem? - Ele disse. - Qualquer coisa me grita.
Ela concordou e ele deixou o banheiro. Ela só ficou lá sentada, de olhos fechados, tentando controlar a dor de cabeça e o enjoo e quando menos esperava, Harry surgiu de volta com um remédio, forçando a tomar. Fixou-se ao lado dela, abraçando-a e fazendo carinho em sua cabeça.
- Está melhor? - Perguntou.
Ela olhou pra ele, bem mais lúcida, sorrindo levemente.
- Não estou mais enjoada e minha cabeça melhorou. Obrigada.
Ele abaixou-se, capturando seus lábios por um segundo. Afastou-se brevemente, mantendo os olhos fechados e, com um sorriso levado, levantou-a em seus braços, fazendo-a soltar um gritinho.
- Vamos ver se eu ainda lembro onde é seu quarto? – Ele perguntou.


Ela sorriu, entendendo no que ele queria levar. Por mais que ainda não estivesse totalmente disposta, sua intenção era acabar a noite daquela forma e ela não podia deixar isso para lá.


Sem demora, ele encontrou a porta do quarto dela e a sentou na cama. Ela encarou-o com um sorriso e puxou-o até si. Fez-o sentar na cama e sentou-se em seu colo.


Começaram apenas com beijos demorados, fortes e intensos, enquanto ele deslizava sua mão de maneira deliciosa por todo o seu corpo, sem se importar se apertava com força demais ou não (mas, pelos gemidos dela quando ele a apertava, ela não ligava). Ele puxava seu cabelo de forma deliciosa que a fazia delirar, descendo seus beijos para o pescoço de , que mal conseguia respirar.


Ele desceu as mãos para dentro do seu vestido e, por cima da calcinha, apertou a bunda dela, entranhando seus dedos pelo caminho do rego. A garota deixou-se acelerar a respiração, ficando de joelhos e jogando-se de volta no colo dele, que gemeu com o contato de seus sexos. A barra do vestido foi levantada sem demora e ele postou suas mãos por cima do elástico da calcinha dela, o dedão acariciando a frente de sua sexualidade, causando-lhe arrepios.


Balançando a cabeça despreocupadamente, envolvida com as carícias do rapaz, ela deixou-se encostar a testa em seu ombro, para então seguir os beijos para seu pescoço, que agradeceu-lhe, mordiscando o lóbulo da orelha. Ele voltou com as mãos até os seios da garota, apertando-os sem muito dó e fazendo-a gemer, um pouco de reclamação em seu tom.


Com isso, ele desceu a alça do vestido e levou os lábios até um deles, por cima do sutiã. Ela gemeu descomunalmente quando ele deixou de beijar os seios para apertar o bico com dois dedos. Em um suspiro, ela tirou a camisa dele, passando as unhas por todo seu peitoral.


Empurrou-o para a cama, fazendo-o arregalar os olhos pela sua atitude, o que apenas a fez rir. Seus lábios cuidaram de cada parte da anatomia exposta dele, peitos, braços, pescoço... Até que chegou no cós da calça dele e, com um sorriso safado e um arfar de resposta, ela retirou-a, junto com sua cueca e segurou sua masculinidade, completamente dura e ereta, e começou a masturba-lo, vendo-o se descontrolar.


- Não pare, por favor. – Ele gemeu.


Harry procurou seus lábios e ela aceitou o beijo de muito bom grado. Senti-lo gemer, entre seus beijos, apenas a fez molhar ainda mais sua calcinha. Não conseguia ver a hora de senti-lo dentro de si, mas esperava tortura-lo um pouco mais antes disso. Afinal, Harry tinha sido um mau garoto.


Encerrando o beijo, desceu seus lábios até seu pênis, abocanhando a cabeça com toda a vontade que ela tinha de deixa-lo louco. Com maestria, ela masturbou-o até sentir o pré gozo em seus lábios, o que ela provou com gosto, antes dele puxá-la pela cabeça para beijá-la.


Ao encerrar o beijo, pelos olhos semiabertos, ela o viu sorrir da mesma forma maléfica que ela havia feito anteriormente e, muito rapidamente, ele girou-a, ficando sobre ela. Seu sutiã desapareceu sem nem que ela percebesse e ele voltou a beijá-los, mamando-os, agora sem a roupa a lhe atrapalhar. Sabendo, já, que ela gostava, apertou o bico dos seios até que eles enrugassem de forma que o deixasse satisfeito com os gemidos dela e que ele pudesse continuar.


- Harry... – Ela sussurrou. – Ah, Harry, como eu senti sua falta.


Beijou seus lábios docemente, tentando acalmar a garota, que já estava toda desconcertada. Harry sabia que, em parte, a bebida estava ajudando-o a conseguir o que queria, mas não se importava. Todo o tempo que ele passara incomunicável fora gastado imaginando como seria fodê-la loucamente. Desejava-a tanto que seus dedos já estavam calejados e, agora que estava ali, com ela quase nua, ele não perderia nenhum segundo pensando duas vezes no que poderia dar prazer aos dois. Ele simplesmente faria.


Com isso, desceu seus lábios para a barriga dela, beijando cada centímetro da extensão e, quase não podendo esperar, ele brincou com o elástico da calcinha dela vendo-a arfar e arquear as costas de antecipação. Harry só conseguia pensar em como ela era gostosa e em todas as sacanagens que ele queria fazer com ela.


Sorrindo de maneira extremamente safada, ele arrancou a calcinha dela e penetrou-a com dois dedos. berrou, agarrando e puxando o lençol a sua volta.


Harry ficou ainda mais excitado, mas continuou a penetrá-la, deixando-a cada vez mais molhada, mais pronta para ele. E, quando achou que ela não aguentaria muito mais tempo, ela mesma segurou sua mão e girou com ele, ficando por cima e posicionando-se para que ele a penetrasse. Harry, com um sorriso de quem estava no controle, apenas segurou-se na entrada dela, enquanto grunhia de frustração.


Um pouco antes de considerar que não aguentaria mais aquela brincadeira, Harry cerrou os olhos para ela e resolveu que deveria fazer alguma coisa, das coisas que ele pensara enquanto estivera longe.


- De quatro. Agora. – Ele ordenou. não estava em sua própria consciência, então nem pestanejou em seguir sua ordem. Harry sorriu a visão, acariciando a bunda da garota, desejando arduamente fodê-la por trás, mas absteve-se desse pensamento, já que ela estava ligeiramente bêbada. Posicionou-se na entrada da garota, empurrando seu rosto em direção à cama, fazendo-a gemer gostosamente.


Finalmente, penetrou-a sem nenhum dó, seu dedo polegar escorregando para dentro do ânus da garota, seguindo os movimentos que ele fazia de vai-e-vem nela. , várias vezes, tentou levantar o rosto da cama e movimentar-se contra ele, mas nada era permitido, e isso a excitava ainda mais. Por fim, ela esgotou-se em um orgasmo muito louco que apenas levou Harry ao limite.


Ele apenas deixou-a deitar-se de bruços sobre a cama, logo caindo em um sono profundo de cansaço. Ele deitou-se ao lado dela com um sorriso de uma pessoa realizada e puxou-a para que se encaixassem em uma conchinha. Apoiando o queixo no ombro da garota, Harry adormeceu.

Casa do Harry.
Ela sabia no que ia dar e ela não podia dizer que não estava com vontade, então...
- Tudo bem. - Murmurou - Não acho que eu vou dar conta de mim, hoje.
A mão que estava em sua coxa apertou-a com mais força, demonstrando claramente quais eram as intenções da "preocupação" dele. Ela não se importava, estava querendo.
O garoto dirigiu na velocidade máxima permitida até a garagem do prédio onde ele morava com os amigos. Ele ainda teve o cavalheirismo de abrir-lhe a porta do carro e ajudá-la a sair, mas, assim que o fez, empurrou-a contra a porta fechada, beijando seus lábios por uns momentos, antes de beijar-lhe o pescoço, as mãos escorregando por entre as coxas dela, fazendo-a arfar.
- Aqui... - Ela gemeu - Não. - Ele percebeu que estava indo longe demais e tirou a mão de dentro do vestido dela, abraçando-a pela cintura, em seu lugar - Harry, sério, pode passar alguém.
Ele bufou e revirou os olhos, se afastando. Mas concordou com a cabeça. Homens, pensam extremamente mal quando estão excitados.
Harry guiou-a até o elevador, numa pressa tamanha que a fez virar o pé e quebrar o salto. Ele disse que lhe compraria um novo, mas ela não estava se importando. Sua atenção estava no carinho gostoso que ele fazia em sua cintura.
Tão empolgados quanto estavam, não chegaram ao quarto. Harry e sentaram-se no sofá aos beijos, a mão dele procurando espaço para subir seu vestido e tirá-lo.
Ele beijava fervorosamente. E, distraidos, não ouviram quando o segundo garoto entrou na sala, mas, quando ele sentou-se atrás de e seus lábios encontraram-se com o pescoço dela, ela sentiu sua presença e sentiu seu corpo todo estremecer por estar entre dois caras.
Mesmo assim, assustada em ofender Harry, ela parou de beijá-lo, arregalando os olhos. Harry olhou para Dougie, beijando o pescoço dela e sorriu pra , tranquilizando-a. Com isso, Ela voltou-se para Dougie, capturando os lábios dele, enquanto Harry tateava suas coxas.
- Isso é uma festa e ninguém me chamou? - parou de beijar Dougie para olhar e encarou Danny, o garoto do ônibus, sorrindo maliciosamente para ela e, atrás dele, um tímido Tom. Olhou para Harry, assustada, novamente, mas Harry apenas sorriu, piscando-lhe um olho.
Com toda a coragem que tinha, e um pouco da bebida ainda, ela levantou-se e caminhou, já descalça, até Danny. O garoto não perdeu tempo, espalmou suas mãos grandes nos quadris dela, puxando-a para um beijo. Ela passou os dedos por seu cabelo cacheado, sentindo as mãos dele sairem de seu quadril e, logo em seguida, sentiu alguem encoxá-la. Parou de beijar Danny e encontrou um Tom muito corado, puxado pelo cós da calça para se juntar a eles. sorriu a ele e capturou os lábios, virando de frente pra ele, sentindo-o se render, abrançando-a pela cintura. Danny encostou-se nela por trás, movimentando-se para excitá-la e levantando seu vestido para apertar sua bunda, coisa que Tom acabou ajudando-o, entre beijos.
Danny começou a se ocupar com o pescoço da garota, os gemidos já contagiando o ambiente, quando Tom parou de beijá-la para tentar tirar-lhe o vestido. Quando ele se abaixou para encontrar o ziper escondido ao lado do corpo dela, ela pôde ver Harry e Dougie beijando-se para se distrairem enquanto Danny e Tom se ocupavam com ela. Estranhamente, o fato de que os dois pareciam acostumados a fazer isso excitou-a ainda mais. E, quando Tom finalmente tirou-lhe o vestido e Danny capturou os lábios dele em agradecimento, ela já tinha se acostumado com a idéia que esses dois deveriam se pegar também.
Aproveitando Danny ocupava-se acariciando os seios da garota e sussurrando algumas aleatoriedades no ouvido dela, fazendo-a gemer, Tom abaixou-se novamente, beijando-lhe a barriga, ao redor do umbigo. Rapidamente, sentiu os dedos da garota entranhando-se em seus cabelos claros, fazendo carinho, provavelmente demonstrando que estava gostando. Com isso, o garoto levou as mãos as coxas dela, o indicador na barra inferior da calcinha, brincando com o elástico da mesma, apenas para perceber que Danny havia se livrado do sutiã dela e, fazendo-a se apoiar contra seu tronco, beijava seus seios com voracidade.
Os gritos da garota eram totalmente audíveis e eles não estavam exatamente se importando com os vizinhos. Tom subiu os beijos pela barriga de , em direção ao colo e Danny descia suas mãos do colo em diração à cintura da garota. As mãos dos garotos encontraram-se e enlaçaram-se no altura dos quadris dela ao mesmo tempo em que as línguas esbarraram-se em seus seios, fazendo com que os dois distraissem-se em um beijo, deixando-a um pouco de lado.
Com essa parada, conseguiu tomar um ar. Ela ainda estava ligeiramente tonta por causa da bebida, mas sabia exatamente o que estava fazendo e estava até um pouco envergonhada com a quantidade de prazer que estava sentindo na mão dos dois. Encostou a cabeça no ombro de Danny, ainda presa entre os dois enquanto eles se beijavam e conseguiu ter uma visão do que Harry e Dougie estavam fazendo enquanto isso. A princípio, ao ver Harry em extremo prazer com Dougie, deitado no sofá, com a língua perpassando pelo seu membro ereto, ela arregalou os olhos e teve vontade de sair correndo dali, mas, no segundo seguinte, Harry capturou seu olhar e, tentando controlar-se, sorriu para ela antes de puxar Dougie pelos cabelos para mais um beijo.
Confusa e nervosa, ela não teve mais muito tempo para pensar no que estava acontecendo. Tom e Danny finalmente lembraram que ela ainda estava ali, cada um procurando voltar a entorpecê-la de um jeito. Tom continuou com os lábios e a língua, passando-os pelo caminho entre seus seios e o pescoço, mas Danny abaixou-se, tirando-lhe a calcinha e acaricando sua vulva, penetrando-a hora ou outra com o dedão, fazendo-a se encolher e cravar as unhas nos ombros de Tom, que parecia estar rindo das reações dela. Ele ria porque tinha conhecimendo do poder das mãos de Danny Jones, talvez?
Ela nem viu quando Danny desafivelou a calça de Tom, deixando-a cair no chão sem cinto. Também não percebeu quando a cueca do garoto foi se reunir a calça. Mas sentiu quando a cabeça de seu membro viril roçou em sua vagina, encaixando-se entre suas coxas, enquanto Tom puxava uma de suas pernas para rodeá-lo pela cintura. Danny pegou o pênis de Tom com uma das mãos, posicionando na entrada da vagina dela, passando a língua por ambos, nela e em Tom, antes de permitir que Tom começasse a se movimentar contra ela.
quase perdeu o equilibrio das pernas quando Tom penetrou-a. Ele era maior que qualquer um com quem ela estivera antes e, embora estivesse tentando segurá-la sutilmente e movimentando-se quase doce, suas penetrações eram fortes e ela estava confusa entre o prazer ou a dor. Na verdade,ela achava que doia, mas a dor era boa. Não saberia explicar.
Danny estava apalpando-a e, sem roupa, voltou a se insinuar contra ela, jogando seu cabelo para o lado e beijando seu pescoço. Em determinado momento, aproveitando que ela estava devidamente distraida com as investidas do companheiro, ele tentou penetrá-la por trás, fazendo a berrar de susto e agarrar os ombros de Tom com força, que, assustado, parou de se movimentar.
- Que porra, Daniel, não sabe esperar? - Tom ralhou com ele.
Danny pouco se importou com o outro, escorregando os dedos pelos braços dela. Encostou o queixo em eu ombro.
- Só relaxa - Ele sussurrou. - Não vou machucar você.
Tom revirou os olhos, impaciente em esperar os dois se resolverem pra voltar a se movimentar contra a garota. virou o rosto para Danny e ele sorriu, dando-lhe um beijinho. Suas mãos posicionaram na cintura da garota ao mesmo tempo que Tom voltava a se movimentar contra ela. Ela jogou o corpo contra Danny, gemendo.
- Isso - Ele murmurou. - Relaxe.
E sem mais nenhum aviso, penetrou-a por trás.
Ela gritou, contorcendo-se para tentar empurrar dele, mas ele, mesmo percebendo as intenções dela, apenas depositou um beijinho atrás da orelha dela. Nesse momento, Tom arfou e gemeu mais alto, alcançando seu próprio orgasmo e, satisfeito, retirou-se de dentro dela, abraçando-a com um dos braços e, com a mão do braço livre, começou a masturbá-la. Foi o suficiente para que ela esquecesse da dor e começasse a sentir prazer com a penetração anal.
Danny, parecendo ter preferência por isso, demonstrava que não demoraria muito para chegar ao ápice de seu próprio prazer quando finalmente chegou ao dela, com os dedos de Tom. Danny continuou investindo, já não se importando se machucaria a garota ou não. Ela estava distraida, abraçada a tom, ainda gemendo pelas movimentações de Danny quando sentiu mãos e lábios subindo por sua perna.
olhou para baixo, para identificar o dono das mãos que apertavam sua perna com vontade, friccionando da maneira certa para deixá-la pronta para uma segunda vez. Com um sorriso, identificou Harry e, ao olhar para onde ele estava antes, encontrou um Dougie esparramado de bruços no sofá, parecendo muito feliz. Ela gostaria de ficar feliz assim.
Com uma olhadela para Tom, este percebeu que acabara pra ele e saiu em direção à bancada que separava a sala da cozinha, deixando Harry ocupar seu lugar no mesmo momento em que ela precisou se jogar em cima dele com a força que Danny remeteu contra ela, chegando ao seu máximo e retirando-se de dentro dela muito mais rapidamente do que Tom fizera. Ele voltou-se a ela, esfregando seu membro começando a amolecer em suas nádegas, parecendo muito feliz em sujá-la com seu gozo.
Harry revirou os olhos para a felicidade do amigo e passou os braços pela cintura dele, fechando os olhos, cansada, devidamente satisfeita, sentindo-o rir.
- Você não está pensando em dormir agora, está? - Harry perguntou-a. - Sério, nem tente. Você ainda não me deu atenção.
E, com isso, ele olhou muito bravo para Danny, que levantou a mão ao alto e se retirou para a cozinha, junto a Tom.
- Eu vi você com Dougie - Ela murmurou, ainda de olhos fechados. Sentiu o corpo de Harry enrijecer com a tensão e abriu os olhos para encontrá-lo meio assustado e completamente corado. - Você não cansa? - Disse, fazendo-o rir e suspirar aliviado. - O que foi?
Ele não respondeu, apoiando suas mãos logo abaixo das nádegas da garota, erguendo-na em um movimento só, fazendo-a olhar embasbacada para ele, sentindo ondas de prazer subindo por seu corpo ao perceber que ele já estava pronto para penetrá-la.
- Deixa pra lá - Ele murmurou, encostando os lábios nos dela - Não é uma hora adequada para conversas, é?
Ela negou com a cabeça e, ele rindo, mordendo seu lábio inferior, andando até o sofá.
- Chega pra lá, Doug.
Dougie se arrastou para o lado, liberando um espaço apenas para que Harry sentasse com a garota no colo, não parecendo muito feliz. Harry reparou e fez cocegas nos pés dele enquanto beijava a garota, fazendo-o gargalhar e sentar-se melhor no sofá. , ouvindo a risada de Dougie, virou-se e sorriu para ele, tendo, em seguida, seu olhar desviado para Danny, na cozinha, gemendo irritantemente alto. Ela apenas conseguia visualizar a metade de cima do corpo do garoto, o resto escondido pela bancada, mas ela não conseguia ver Tom de forma alguma, então já imaginara o que estava se passando por ali.
Harry apenas tateou o corpo da garota por uns momentos, praticamente comendo-a com os olhos, antes de pousar a mão em sua cintura, guiando-a para se posicionar de maneira com que ele conseguisse alojar-se dentro dela. Dougie Deitou-se de barriga pra cima, no sofá, fazendo as mãos de travesseiro para a cabeça, parecendo bastante interessado em assistir a cena que iria se desenrolar, mas, mesmo assim, como se quisesse apenas irritar, ele colocou um dos pés apoiados no ombro de Harry, fazendo rir e se desiquilibrar, fazendo com que Harry penetrasse-a de surpresa, cortando seu riso pra um gemido meio sem ar.
Dougie, então, cutucou a garota na barriga, mas ela parecia não sentir. Movimentava-se sobre Harry, tentando conter seus gemidos para admirar o prazer que estava provocando no garoto. Ela sentia suas mãos apertando-a com mais força pela cintura, hora ou outra nas coxas ou nos seios, enquanto ele jogava a cabeça para trás, ajudado por ela, que puxava seus fios e, quando sentia vontade, beijava-lhe o pescoço. Poucos minutos se passaram com os dois sozinhos quando foi empurrada ligeiramente para frente e, quando olhou para trás, encarou Tom tentando penetrá-la.
- Não! - Ela exclamou, assustando Harry e empurrando Tom pela barriga, que apenas olhou-a confuso.
Harry parou de se movimentar e passou as mãos pelos braços dela, tentando acalmá-la.
- Ei - Ele chamou-a. - O que foi? Achei que você estava gostando quando o Danny estava fazendo isso com você.
Com toda a força de vontade que ela ainda tinha, ela concordou com a cabeça. Tom tentou novamente, mas a garota só não correu porque Harry segurou-a e empurrou Tom por ele mesmo.
- Ele é grande - Ela murmurou, sem nem ao menos pensar.
Isso fez Harry gargalhar e Tom revirar os olhos.
- Foi mal, cara. - Harry disse pra Tom. - O que você acha de ficar no lugar dele, Doug?
Não foi preciso falar duas vezes. ainda achou que Dougie fosse arrumar-lhe problemas com seu tamanho, mas Harry capturou seus lábios, distraindo-a e, em seguida, capturou os de Dougie, ao mesmo tempo que ele penetrava-a por trás, deixando-a encantada com o beijo. Ela se meteu entre o beijo dos dois, e eles passaram a beijá-la em algo confuso com três línguas, mas o beijo se perdeu com a movimentação.
Com Dougie ali, pouco se movia contra Harry, mais aproveitando os espasmos de seu corpo com os movimentos de Dougie para fazer com que seu corpo se encontrasse com o de Harry que outra coisa. Por vários momentos, enquanto ela beijava o pescoço de Harry e sentia as mãos de ambos entrelaçadas em sua cintura, ela acompanhou Harry e Dougie beijando-se, sem ter fôlego pra se envolver. E surpreendeu-se com o quanto aquilo a excitava.
Numa dessas paradas em que Harry e Dougie distraiam-se sozinhos e deixavam-a ligeiramente de lado, ela pegou-se ouvindo os gemidos de Tom e Danny, só apenas pra, olhando para a cozinha, encontrar Tom praticamente deitado na bancada com Danny movimentando-se sobre ele. Sentiu os cabelos da nuca eriçarem, chamando a atenção de Dougie, que encerrou o beijo com Harry, passando a beijá-la no pescoço e voltar a movimentar-se contra ela. Pelo olhar de Harry, os dois continuavam se encarando como se fosse alguma espécie de competição e ela soube que não devia se meter ali.
Ela teve um orgasmo e, em seguida, o terceiro da noite a fez quase implorar para que ambos parassem, porque ela achava que não conseguiria nem se levantar. Mas, não precisou. Harry logo a seguiu, apertando a cintura dela e a mão de Dougie, gemendo deliciosamente, o que provocou o ápice de Dougie. Este, ao invés de retirar-se, apertou-se ainda mais contra , sentando-se sobre as pernas de Harry e abraçando-o com ela esmagada entre os dois. Ela gemeu, passando a mão pela perna de Dougie, que logo encontrou os lábios dela. Quando esse beijo foi encerrado, ambos olharam para Harry, que sorria meio embasbacado, olhando para os dois. Os três riram e procuraram se desconjuntar, mas acabaram por deitar-se embolados, um em cima do outro, apertados no sofá.
- Eu não me importaria se isso acontecesse mais vezes - Harry sussurrou, jogando no ar.
apenas sorriu, entendendo que aquilo fora diretamente para ela.
- Eu até diria pra procurarmos uma cama agora - Ela sussurrou. - Mas não acho que eu consiga andar.
Dougie riu o suficiente para engasgar-se com a sua própria saliva, fazendo os outros dois rirem junto. Assim que se recuperou, cutucou a garota na cintura.
- Isso é o Harry. - Ele disse - Ele faz isso com as pessoas.
Harry ficou levemente incomodado com o rumo da conversa. Algo dizia que ele não gostava nem um pouco que descobrissem seus pequenos segredos sujos, mas, enquanto ela pudesse desfrutar disso entre quatro paredes, tinha certeza que não iria se importar.

Sim
- Eu vou pra Kensington, não vou atrapalhar você? - Ela disse, com o máximo de clareza que conseguiu.
Tom negou com a cabeça, um sorriso que declarava que aquilo estava se encaixando como uma luva.
- Problema algum. Vou deixar o Dougie na casa da irmã em Holland Park, não quero passar a noite cuidando dessa coisa - Como que para ilustrar, Tom jogou-lhe uma latinha de refrigerante vazia na cabeça de Dougie, que apenas resmungou. - Entra aí!
entrou no carro, colocou o cinto e encostou a cabeça na janela, tentando fazer com que seu enjoo não a dominasse.
- Acho que você bebeu tanto quanto Dougie - Tom disse, parando em um semáforo e olhando de rabo-de-olho para ela. Ela riu, achando que sua cabeça iria explodir a qualquer momento.
- Eu bebi com o Dougie. - Ela disse.
Tom gargalhou. Voltando a dar partida no carro.
- De qualquer forma, você parece melhor que ele. - Disse. E, então, dirigiu até uma cafeteria aberta. - Já volto.
E ele não demorou mesmo. Claro, aquela hora da madrugada, a cafeteria estava mesmo vazia, então ele logo retornou com um copo para ele e um para ela.
- Obrigada. - Ela sussurrou.
O café fez bem à garota. Assim que ela o tomou, sentiu a mente clarear, ficar menos enjoada e toda aquela coisa de bêbados quase esvair. Tão melhor ficou, percebeu que o garoto que dirigia o carro era tão ou mais bonito que Dougie. Loiro, olhos da cor do chocolate, extremamente expressivos. E quando ele sorria - e que sorriso lindo ele tinha! - uma beleza de covinha aparecia em sua bochecha esquerda. Era devidamente fofo, daqueles que a gente escolhe pra exibir para as minhas e mostrar como a vida está boa. Não era do tipo que a gente pega por pegar pra curar uma dor de cotovelo, mas ele poderia servir. Melhor que Dougie, com certeza, que só daria pra dormir e vomitar essa noite.
Assim que concluiu que gostaria de se divertir com Tom essa noite, o garoto estacionou na fachada que ela acreditou ser da casa da irmã de Dougie. Pela janela, achei que devia estar rolando uma festa de pijamas com garotas. Ou talvez fosse uma república de garotas. Mas, com certeza, só garotas. Mesmo assim, Tom despachou Dougie do carro, tocou a campainha e deixou-o com sua irmã (devo dizer que ela pareceu bastante relutante em aceitar, mas seja lá qual tipo de sedução aquelas mechas douradas podem fazer, ele conseguiu).
- Pronto. Agora só me indicar onde é sua casa! - Ele disse assim que retornou ao carro.
Ela foi mostrando-lhe o caminho, pensando em como faria pra seduzir o menino. Pensou em mil coisas bizarras que envolviam mãos em lugares inapropriados, mas, quando ele estacionou no meu jardim e ela viu que todas as luzes da casa estavam apagadas, deu graças aos céus por seus pais não estarem em casa. Eles tinham ido ao shopping quando ela saira pra festa e, provavelmente, haviam decidido curtir uma noite sem filhos. Que bom.
- Obrigada. - Ela disse, com seu sorriso mais meigo. Curvou-se para depositar um beijo em sua bochecha e, propositalmente, escorregou, beijando-lhe os lábios - Oh, desculpe.
Desculpas nada. Tom também percebeu. Ele bebeu o resto do seu café em uma golada, enquanto a garota de aprumava, fingindo estar envergonhada.
- Tudo bem. - Murmurou.
Ok. O garoto não ia tomar nenhuma atitude.
- Você quer entrar? - Ela perguntou.
Ele olhou-a e ela soube que ele estava querendo, mas totalmente sem jeito de demonstrar ou tomar uma atitude. Ela sorriu, tranquilizadora, quando o garoto concordou com a cabeça. Saiu do carro e caminhou até a porta, esperando que o garoto a seguisse. Forçou-a, sem conseguir abrir.
- Sem chave? - Ele perguntou-a, já atrás dela.
Ela sorriu e negou com a cabeça. Abaixou-se cuidadosamente para evitar que a dor de cabeça retornasse, e pegou a chave extra que seus pais sempre deixavam pra ela atrás da planta da entrada. Abriu-a, deixando-o passar.

O garoto nem ao menos teve tempo pra respirar. sabia que conversa não o faria tomar uma atitude, não aquela noite, então assim que ela fechou a porta atrás de si, avançou contra o garoto, passando os braços por seu pescoço e beijando-lhe a boca. Ele, assustado, deu passos para trás e quase caiu, não o fazendo porque havia encontrado uma parede. Ela riu, encerrando o beijo e encarando o olhar ligeiramente assustado do garoto.

- Tá com medo de mim? – Perguntou.

Ele parecia um pouco desajeitado, talvez até assustado, e totalmente sem jeito. Ele abriu a boca e fechou por alguns momentos, sem saber como reagir.

- Não é bem isso... – Ele sussurrou. – É que você... Bom, você estava com o Harry...

- Esquece o Harry. – Ela soprou, perto de sua boca. Sorriu a perceber que ele procurou seus lábios por um momento. – Esquece tudo...

E, então, ela sentiu as mãos do garoto em sua cintura, apertando-a contra a ereção dele, instintivamente. Sorriu ainda mais.

- Eu nunca estive com uma garota com você. – Tom disse, com uma admiração repreensível.

quase corou. Ele dissera como se ela fosse muito experiente, coisa que ela não era, não exatamente. Mas, talvez, fosse mais que ele e ela deixaria que ele fosse enganado pela sua leve vantagem.

- Não se preocupe com isso. – Ela sussurrou.

Ela voltou a beijá-lo e ele demorou um pouco para reagir, mas quando o fez, ela agradeceu por ter escolhido bem. Ele puxou-a, levantando-a e envolvendo sua cintura com as pernas dela. Virou-se, pressionando-a contra a parede e tomando o controle da situação, o que tornou tudo mais calmo, gostoso e doce. Ela mordeu o lábio dele, encerrando o beijo e o empurrando levemente, levando as mãos até sua calça, desafivelando o cinto.

- Vamos logo com isso, huh? – Ela sussurrou-lhe, acariciando o membro, enquanto ele jogava a cabeça para trás. Ela empurrou a calça com a cueca para baixo, admirando-se com o tamanho do pênis do garoto.

Por um segundo, ela pensou em sair correndo dali, no limite de sua experiência com garotos, mas manteve-se.

- Que foi? – Ele perguntou, estranhando que ela estivesse apenas parada, olhando-o.

- Nada... Apenas... Uau. – Ela murmurou.

Tom riu, puxando-a de volta para cima. Sem nenhuma cerimônia, segurou uma das pernas da garota em sua cintura. Em poucos segundos, percebeu que ele não era tão inexperiente assim. se viu imprensada contra a parede, as pernas dela ao redor da cintura do garoto e a ereção dele apertada firmemente contra sua calcinha. Ela arfou, jogando a cabeça para trás e sorrindo levemente ao perceber os beijos do garoto em seu pescoço.
Ela levou os lábios aos do garoto, beijando-o fervorosamente, enquanto ele pressionava-se contra ela. As alças do seu vestido desceram magicamente atéa cintura e ele põs-se a beijar os seios da garota, fazendo-a delirar. Para sua agraciação, ela moveu-se contra ele, o que o fez morder o bico de um de seus seios, provocando urros de ambos.
Tom tentou puxar a calcinha dela para baixo, sem sucesso devida a posição dos dois. sentia a tensão do garoto, a ansiosidade. Modeu seu ombro, levando os lábios para a orelha dele.
- Só chega pro ladinho. – Ela sussurrou, beijando a orelha dele. Ele fechou os olhos e suspirou pesadamente. – E coloca.
Ela mordeu o lábio, segurando o sorriso malicioso que lançava a ele. Ele sorriu de lado, empurrando-a contra a parede para mantê-la, enquanto suas mãos afastavam sua calcinha para que ele pudesse fazer o que ela desejava.
Com calcinha afastada, ele acariciou a frente da vagina dela com seu dedão e ela grunhiu levemente, levando a testa ao pescoço dele, bufando. Ele estava se sentindo no céu.
Penetrou-a de uma vez só, admirando-se com a reação exagerada dela, gritando e apertando suas unhas no ombro dele. sentiu-o quase em seu limite, mais fundo que qualquer outro já havia chegado. Desprovida de concentração, mordeu o lábio dele, enquanto ele movia-se contra ela, empurrando-a contra a parede. Ela quase sentia como se estivesse andando de cavalo, indo e voltando com ele contra ela ou com ele obrigando-a a movimentar-se contra ele.
Os dois gemiam sem nenhum pudor, mas o nervosismo de Tom acabou fazendo-o chegar ao seu ápice antes do previsto, o que acabou com os dois deitados, meio embolados no chão, meio satisfeita e um Tom meio frustrado.

Não
- Ahn... Não, não quero beber. - Respondeu. Dougie fez uma espécie de bico estranho pelo fora, mas continuou tranquilo. - Ok. Tudo bem. - Ele murmurou, enquanto maquinava algo em resposta. - Mas podemos dançar, certo?
A garota queria dançar, era verdade. Mas ela estava de olho em outro cara agora. Olhou pra Dougie e ele sorria amigavelmente, porém demonstrava que não iria deixá-la fugir de forma alguma. Então, o que ela podia fazer? Dougie estava ali, não era de todo mal, por que não dançar?
- Tá. - Ela disse.
No segundo seguinte, Dougie estava com as mãos ao seu redor, já no meio da pista de dança. Ele dançava esquisito, as vezes pisava em seu pé, mas ela estava se divertindo. Acabou esquecendo sobre o porquê que havia saido de casa aquela noite.
Mas, rapidamente, Dougie resolveu relembrá-la. Em meio a uma dança esquisita, os lábios dos dois se encontraram. Ele a puxou mais pra perto e continuaram se beijando fervorosamente no meio da pista de dança.
As pessoas dançando esbarravam neles, mas eles não estavam nem aí. Na verdade, eles ficavam "aí" quando alguém esbarrava neles e atrapalhava o beijo. Isso se rendeu até que Dougie arrastou para um canto da boate e os beijos foram ficando mais intensos, urgentes...
Foi aí que Dougie fez o convite que ela esperava ouvir a noite toda.
- Ei. - Ele chamou, encerrando o beijo. A garota estava sentada em seu colo e ele achava aquilo extremamente confortável – Isso aqui está ficando bom... Não quer ir pra um lugar mais reservado?
, você aceita esse convite?
Não
Ela queria ir. Muito. Mas, ao olhar pro garoto, viu a chance de construir algo que ela não conseguira fazer com Harry. E, talvez, ir com ele pra algum lugar reservado, naquela noite, fosse acabar com as chances de fazer funcionar.
- Hm... Na verdade, eu não costumo passar noites fora de casa - Ela disse. - Meus pais gostam de acordar pela manhã e me encontrar dormindo na cama, não importa a hora que eu tenha retornado. Até porque, essa última parte, eles não vão descobrir mesmo.
Dougie riu. Ela suspirou aliviada. Alguns caras ficam realmente zangados quando se nega uma coisa assim e a risada dele apenas mostrou o quanto ele era especial.
- Bom, então ao menos você tem que me dar seu telefone, não é? - Ele perguntou.
Com um sorriso, passou seu número a ele, que discou para ela, fazendo com que ela tivesse seu número também. Então, muito cavalheiresco, ele a acompanhou até a saída da boate e lhe deu um selinho, falando que ia procurar um amigo.
Ela deu de ombros e, despreocupada porque a rua estava cheia, andou até o ponto de ônibus mais próximo, devidamente lotado e sentou-se, esperando. Um carro parou em frente e um garoto loiro saiu de lá, xingando o suficiemente alto. Ele passou o braço ao redor do bêbado que estava sentado ao lado dele.
- Danny, seu retardado, eu falei pra me esperar na porra da frente da boate e não sair andando por aí, masclando chicletes! - Ele disse. riu e isso fez o olhar dele se voltar a ela. Um tom de reconhecimento passou pelos dois. - ? , certo? Garota do Harry?
Mesmo torcendo o nariz pro "garota do Harry", ela concordou com a cabeça.
- Tom, né? - Ele concordou.
- Quer carona? - Perguntou. - Pra onde?
- Kensington.
O garoto fez careta, obviamente não iria pro mesmo lado.
- Sobe aí. - Disse, mesmo assim.
Ótimo, ela pensou. Ali estava um perfeito Gentleman que não pretendia abandonar uma garota (que ele conhecia) na rua aquela hora da noite.
, você aceita essa carona?
Não
- Deixa pra lá, Tom. - Ela sorriu. - Meu ônibus já está vindo, me deixa em frente de casa.
O garoto levantou-se com Danny meio tonto e olhou-a em dúvida.
- Tem certeza? - Perguntou.
- Claro! - Ela tentou soar convicta. - Sem problemas!
Então Tom concordou com a cabeça, se despediu, enfiou Danny dentro do carro e sumiu de vista bem a tempo de não ver o sorriso dela se desmanchar. Ela estava certa que seu ônibus ia demorar um bom tempo pra passar, mas não quis arrumar problemas pro rapaz que mal conhecia. Ele já tinha um bêbado.
Dois ônibus passaram e o ponto esvaziou consideravelmente. Ela se viu entre dois garotos quase morrendo de passar mal e uma menina que tinha olhos idênticos aos de Harry. E ela tinha que parar de pensar nele.
A menina se levantou e ela realmente amaldiçoou o momento em que negou a carona.
- ? - Alguém a chamou. Ela procurou e encontrou Harry, dentro do carro por onde a outra garota havia sumido. Virou o rosto. Poucos momentos depois, ele estava ao lado dela. - Ei! Qual o problema?
Ela olhou pra ele, realmente zangada. Qual era o problema? Ele resolvia aparecer logo depois que ela decidiu desencanar? Esse era o problema.
- Achei que você estivesse me esquecido - Disse, sendo cruel. - Só estou fazendo o mesmo.
O garoto bufou e passou a mão livre pelos cabelos.
- Eu... Eu estava meio aéreo, doce - Ele disse, usando o apelido que ele dera a ela. Deu certo, amoleceu-a um pouco. - Eu estava fora da cidade, minha tia está doente. Voltei essa tarde porque minha irmã queria vir nessa festa com as amigas. Mil desculpas por não ter te avisado, eu realmente estava meio perdido com as coisas de hospital e tudo mais.
Ela meneou a cabeça. Pareceu uma desculpa bem sólida. Só esperava que fosse verdade, mas, dando um voto de confiança, ela concordou com a cabeça.
- Tá. - Murmurou, parecendo zangada. Mas o sorrisinho estúpido em seu rosto não negou o quanto ela havia se rendido.
O mesmo sorrisinho estúpido estava nos lábios dele e ele não esperou nem um pouco pra juntar os dois.
- Resolvido? - Ele perguntou. Ela revirou os olhos e concordou com a cabeça - Vem, te levo em casa.
Ele entrelaçou a mão na dela e abriu a porta traseira do carro para ela entrar. E a garota se arrependeu no mesmo segundo.
No banco do carona, a irmã de Harry sorria pra ela. Mas no banco traseiro estava um carrancudo Dougie.
Harry entrou no carro e deu a partida sem nem notar. Dougie, com sinais, perguntou a ela o que ela tinha com Harry. Ela balançou a cabeça, como se pedisse desculpas e entrelaçou os dedos, indicando relacionamento. Ele entendeu. Ficou realmente irritado e virou a cara pra janela.
Harry reparou. Olhou pra Dougie pelo espelho retrovisor e depois olhou pra que, envergonhada, abaixou a cabeça. Era visível o processo de maquinamento que a mente de Harry estava fazendo pra entender o que se passava.
Ele estacionou em frente à uma casa bonita, bem no centro de Londres e ofereceu a bochecha pra irmã, que beijou-a rindo.
- Tchau, Haz! - Ela disse. - Tchau, gente! - Acenou pros dois no banco de trás.
Assim que a garota entrou em casa, Harry deu a partida e falou:
- O que há com vocês dois? - Perguntou.
A resposta foi uma pergunta.
- Vocês estão namorando? - Dougie inquiriu.
- Não. - disse.
- Sim. - Harry respondeu.
Ela olhou pra ele, pelo retrovisor, assustada.
- Essa é mesmo uma informação nova pra mim. - Ela resmungou, cheia de ironias. - Ainda não tô engolindo você direito, Judd.
Pra falar a verdade, ela estava. Só não estava gostando nem um pouco da situação. Harry, não entendendo exatamente o que estava acontecendo, achou graça.
- Algum problema, Dougie? - Perguntou.
pensou que tinha fudido tudo.
- É, tem sim. - Ele disse, realmente puto. - Acontece que a sua namorada não resolvida e eu estavamos tendo uma boa diversão na boate. Sabe? Com mãos e beijos.
Harry freou o carro bruscamente, arregalando os olhos. Ele virou para trás pra encontrar uma extremamente irritada, de braços e pernas cruzadas e revirando os olhos.
- Não me culpe. - Ela disse. - Você desapareceu, achei que tinha resolvido que não me curtia mais.
Harry acho uma resposta razoável e voltou-se para Dougie.
- O que é? - Dougie perguntou.
- Você não lembrava dela? Não sabia que ela estava comigo? - Perguntou.
Dougie revirou os olhos. riu. Ele sabia sim. Isso devia ter som de vingança, assim como o dela tinha. Ele não respondeu, o que deixou Harry bem revoltado.
- Ótimo. - Harry disse, voltando ao volante. - Enquanto eu dormia sozinho no sofá de casa, os dois estavam se pegando em uma boate qualquer.
Ninguém se atreveu dizer mais nada enquanto Harry dirigia, murmurando coisas inteligíveis, poucas destiguíveis como "eles vão ver só". Nem ou Dougie perceberam que ele não estava tomando o caminho da casa dela ou do apê deles até que ele estacionou ao lado de uma cabine.
- Harry? - chamou, mas ele ignorou-a, falando com a mulher da cabine. - Harry, que porra você está fazendo?
Dougie nada disse. Ele estava confuso entre olhar pra Harry assustado ou sacudir a cabeça como se estivesse tentando acordar.
- Harry? - chamou mais uma vez, quando ele voltou para o carro com chaves na mão.
O problema era que ele estava entrando com os dois em um motel.
- Harry? - Dougie chamou - O que você tá tentando fazer?
Harry nem ao menos olhou para trás, mas pelo espelho retrovisor, ambos puderam ver seu sorriso.
- Oras, quer dizer que as duas gracinhas podem ficar se beijando por aí sem mim, mas quando eu resolvo que devemos fazer tudo isso juntos, ficam nervosos? - Harry disse, seu sarcasmo pra lá de ativado.
Dougie jogou-se com tudo na poltrona, os olhos arregalados com a intenção de Harry. somente sentiu um frio subindo na espinha, a resposta dele ecoando em sua mente, assustada com o que poderia acontecer.
Embora relutantes, a única certeza que rondava o carro era que nenhum dos dois iria conseguir negar Harry assim que ele os alcançasse.
Ele estacionou, saindo do carro em seguida. Abriu a porta do lado de Dougie.
- Sai - Ele ordenou. Dougie, assustado com o que aconteceria se não o obedecesse, saiu. - Você espera aí.
engoliu a seco e acompanhou Harry parecendo tentar recuperar um pouco da calma antes de falar com Dougie. Ela escorregou mais pra perto da janela pra ver os dois. Surpreendentemente, ela viu Harry encostar os lábios nos de Dougie. Só por um segundo. Mas foi o suficiente para que ela soltasse uma exclamação de surpresa e ser pega olhando para os dois, com a mão na boca pelo susto.
Dougie revirou os olhos e Harry apenas deu de ombros, voltando a atenção ao outro.
- Então. - Ele começou - O que foi isso?
- O que você acha? - Ele questionou. - Eu terminei com a porra da minha namorada pra ficar com você e você começa a sair com essa garota! Ela é gostosa e tudo mais, mas achei que a gente tinha tido uma espécie de... Não sei, cara! - Dougie passou as mãos nos cabelos e virou de costas pra Harry - Eu não sei lidar com isso melhor que você, está bem? Mas ao menos eu não to fingindo que gosto de porra de garotas!
Isso deixou Harry realmente puto. pode ver a cor vermelha dominando-lhe a face.
- EU GOSTO DE PORRA DE GAROTAS, CACETE! - Ele falou, mais alto que o necessário. - Gosto do que a gente tem, gosto de você, mas eu curto garotas também!
- Você tem que escolher! - Dougie reclamou - Eu fiz isso, você não fazer é injusto!
- Você fez porque quis, eu não te pedi a porra de nada! - Harry resmungou. E, então, um sorriso maléfico dominou-lhe a face. - E eu não tenho que escolher... Você não queria comê-la pra se vingar de mim? Faça! Estamos todos aqui, você pode fazer o que quiser com ela. Só que eu não vou ficar zangado ou sequer me importar. Na verdade, eu vou gostar porque eu vou comer vocês dois.
Dougie fingiu, muito mal, não sentir o mesmo arrepio que a garota, dentro do carro, sentira com aquela frase.
- Não vai dar certo. - Dougie resmungou. - Olha pra ela. - Ele apontou pra garota e ambos, Dougie e Harry, admiraram sua face assustada. - Ela está quase tendo um acesso. Não vai aceitar isso.
Harry apenas riu e jogou a chave pra Dougie, que pegou no ar.
- Eu resolvo isso. - Ele disse. - Vai na frente e vê se tira a porra da roupa logo que eu não quero perder tempo com isso.
Dougie riu e, quando ele se virou pra subir pro quarto pelo elevador, Harry apertou-lhe a bunda. escorregou de volta pro lugar onde estava antes vendo Harry entrar no carro, sentando onde ela acabara de sair.
- Então... - Harry começou. - Acho que você descobriu meu segredo.
A garota apertava as mãos contra a perna com força.
- Você... Você e ele... - Ela murmurava.
- Sim, nós transamos de vez enquando. - Harry concordou - Com mais frequência do que deveríamos, mas... - Ele tentou tocá-la, mas ela se encolheu e se afastou. - Olha, pára de drama. Você nunca, nunca mesmo, beijou uma amiga?
Ela pareceu menos nervosa.
- Não... Ciente. - Disse. - Bêbada.
- A primeira vez é sempre bêbado - Harry riu. - De qualquer forma... Isso pode ficar interessante, se você quiser.
Ela olhou pra onde Dougie havia sumido pelo elevador e, por alguns segundos, imaginou os três em uma cama com um espelho no teto. Corou absurdamente e abaixou a cabeça, revirando as mãos nervosamente. Por mais que tivesse vontade de saber como seria, ela estava assustada em perder... Os dois. Nem um, nem o outro. Só por causa de uma noite.
Como se adivinhasse seus pensamentos, Harry aproximou-se e segurou seu queixo, obrigando-a a olhá-lo.
- Não vai mudar nada. - Ele disse. - Eu ia acabar embebedando os dois e fazendo isso acontecer de uma forma ou outra.
Ela riu, ainda um pouco desconfortável. Sentiu os dedos dele em sua perna descoberta, brincando com o indicador e o médio fingindo ser pernas caminhando pela extensão. Isso distraiu-a, então ele curvou-se e capturou seus lábios por alguns momentos, suficientemente tensionado para que ela reagisse pedindo por mais. Então, momentos depois, quando ele encerrou o beijo, ela estava sentada em seu colo, com as mãos posicionadas em cada lado de seu pescoço, totalmente sem ar.
- Eu... Eu não sei se eu vou... Conseguir fazer isso - Ela sussurrou, a voz falhando.
Harry sorriu e puxou o lábio inferior dela com os dentes.
- Claro que consegue. - Disse, escorregando, com ela em seu colo, pra fora do carro. - Só deixa rolar.
Ele saiu do carro, sustentando-a em seus braços, e entrou no elevador.
- Deixar rolar - Ela repetiu.
Harry riu, beijando-a no pescoço. Ela não viu quando o elevador abriu e nem percebeu que Harry começara a andar. Quando finalmente percebeu onde estava, ela já estava na cama, deitada, admirando Harry beijando um Dougie completamente nu, com ela entre os joelhos dobrados dos dois.
Embora Harry ainda estivesse vestido, o nível de excitação era claramente idêntico ao de Dougie. E isso não era nem próximo ao pouco. Ficou sem saber exatamente como reagir, sem querer atrapalhar os dois na dinâmica deles. Harry começou a masturbar Dougie enquanto o mesmo tentava fazer isso por cima da calça. Ela achou, por alguns momentos, que ficaria apenas de enfeite pros dois, assistindo. E estava assustada com o quanto isso a excitava.
Harry encerrou o beijo quando Dougie finalmente abriu sua calça e olhou para ela, dando um sorriso maravilhoso ao ver que seu olhar estava concentrado nos dois membros completamente eretos, praticamente criando uma ponte sobre si.
- Você primeiro - Ele murmurou para Dougie.
Dougie estava em outro mundo, mas ao ouvir o comando, olhou para a garota, avançando contra ela. A principio, ela se assustou, mas ele deu alguns beijinhos na orelha e no pescoço dela e foi a envolvendo até que ela estava praticamente esquecendo o que estava acontecendo ali. Deixou que ele a despisse, beijando seus seios, sua barriga, deliciosamente devagar.
Ela agarrou os braços dele, puxando-o para beijar nos lábios. Dougie pareia estar se divertindo com o desespero que criara na garota, ela estava quase implorando que ele o penetrasse, mas, antes que o fizesse, procurou por Harry. Ele estava sentado ao lado de onde a cabeça de estava deitada, olhando pra cena em extremo prazer, enquanto se masturbava freneticamente. Harry sorriu e balançou a cabeça, ansioso em ver onde aquilo daria.
O plano de Harry, aquela noite, não incluia penetrar de forma alguma. Ao menos não na primeira parte da noite. E ele estava ansioso em dar a Dougie seu castigo.
Então quando Dougie começou a se movimentar contra , os dois gemendo tão loucamente que fazia seus pêlos da nuca se arrepiarem, ele resolveu se mover.
Sorrindo maleficamente, percebendo que acompanhava seus movimentos como se ela quisesse saber o que ele iria fazer, ele ajoelhou-se entre as pernas dela, atrás de Dougie.
A garota arregalou os olhos, percebendo o que ia acontecer antes que Harry finalizasse seu intento. Ela prendeu a respiração e sentiu Dougie parar de movimentar-se contra ela, fechando os olhos com força, com dor e mordendo o lábio inferior, mostrando prazer. Ela desmanchou-se em seu orgasmo ali.
Viu o sorriso de Harry, parecendo muito contente consigo mesmo, começar a investir contra Dougie e o movimento dos dois refletia nela. Não demorou muito pra Dougie gozar. Harry ainda divertiu-se um bocado mais enquanto Dougie gemia sobre os beijos molhados de e o sexo.
Dougie, esgotado, foi o primeiro a cochilar, deitado com a cabeça entre os seios da garota, que lhe fazia cafuné. Ao perceber que ele havia dormido, levantou o olhar para Harry, que movimentava-se para o lado dela. Ele abraçou-a, acomodando-a em seu peito e mexendo em seu cabelo tal como ela fazia com o outro garoto.
- Então... - Ele murmurou. - Bom? - Ela corou horrivelmente e, ligeiramente timida, concordou com a cabeça. - Prometo te dar mais atenção na próxima vez.
Ela estremeceu ao próxima, mas sabia que era algo que não seria mais capaz de evitar. Harry beijou sua testa, percebendo o incomodo da garota. Com os carinhos dele e a certeza que nenhum daqueles garotos ia a lugar algum, ela adormeceu.

Sim


Que ele a desculpasse, mas ela estava assustada em ficar ali naquele ponto de ônibus sozinha.

- Adoraria, Tom - Ela repetiu o nome apenas para não esquecer ou confundir.

O garoto concordou com a cabeça, não exatamente feliz com isso, abrindo a porta do carona pra ela. Danny havia sido despejado no banco de trás e agora estava meio tombado entre o espaço entre os bancos.

- Acho que eu vou ter que levar ele em casa primeiro, antes que eu tenha que colocar meu carro pra lavar - Tom disse.

Os dois riram quando Danny murmurou algo em concordância, mas, logo em seguida, Tom percebeu o que isso significava e avançou.

achou muito bonitinho e divertido o quanto o garoto se concentrava ao volante. Por vezes, ela tentou puxar papo, mas sempre acabava com 'Desculpe, o que você estava dizendo?'. Ela deveria ficar irritada, mas estava meio abobalhada olhando para o garoto. Era errado? E daí? Ela queria se vingar de Harry mesmo...

Eles estacionaram em frente à casa da mãe de Danny pouco depois e Tom pediu licença para ajudar Danny a se locomover.

- Precisa de ajuda? - Ela perguntou ao ver que Danny não respondia às investidas de Tom para tirá-lo do carro.

O rapaz não respondeu, mas ao ver Tom caindo na calçada e Danny permanecer no carro, ela se levantou e foi até lá.

- Tá tudo bem, , não quero que esse bobão te machuque - Tom disse.

Ela revirou os olhos. Por que homens, por mais fofos que fossem, queria sempre resolver tudo na força? Sentou-se ao lado da cabeça de Danny.

- Danny? - Ela chamou - Querido, você não pode ficar no carro. Aqui vai ficar frio e você pode sujar ele se passar mal...

- Eu não me importo - Danny murmurou.

só riu.

- Mas estamos em frente a sua casa, querido. Não quer ir pra sua cama quentinha? Você pode tomar banho enquanto eu faço um chocolate quente pra você, o que acha?

Danny levantou a cabeça e olhou para ela, avaliando.

- Você vai pra cama comigo?

não sabia se ria mais da pergunta ou dos sinais de Tom falando "não" com as mãos.

- Vou sim - Disse, sabendo que aquilo iria convencê-lo a sair do carro - e talvez pôr ciúmes em Tom.

Ao ver a cara emburrada do loiro, ela achou-se um gênio. Dava mais alguns minutos para que ele perguntasse do relacionamento dela com Harry. Aos tropeços, Danny saiu do carro e Tom resolveu ajudá-lo a caminhar até a casa. Eles aguardaram alguém atender a porta, mas não havia ninguém em casa.

- O que a gente faz? - perguntou.

Tom fez careta.

- Não quero levar ele pro apê - Disse. - Da última vez, ele e o Dougie destruiram metade da casa...

Ela mordeu o lábio de leve. Eles moravam juntos ou tinham feito uma festa? Ela tinha um problema, mas se Tom cedesse... Ela se aproveitaria dele com certeza.

- Danny? - chamou, conseguindo sua atenção com facilidade - Você tem alguma chave?

Cambaleante, ele enfiou a mão no bolso e tirou uma chave de lá de dentro, sorrindo. Tom quase enforcou-o, mas se controlou a uma olhada de . Eles entraram na casa, acendendo as luzes e Tom arrastou Danny escadas acima. Ela aguardou, olhando a casa, até se encostar no sofá da sala. Tom desceu, uma das mãos nos bolsos e parou para admirá-la por alguns segundos.

- Danny está tomando banho - Ele disse - Não tem ninguém na casa, não vou poder deixar ele sozinho. Ela concordou com a cabeça.

- Bom, o sofá parece bastante confortável pra mim.

Tom riu e, com ela, deu a volta no sofá e ambos se sentaram, ela no sofá menor e ele no maior. - Então... Você e o Harry...? - Ele perguntou.

tentou esconder seu sorriso. Ela sabia que ele ia perguntar, afinal.

- Não estamos mais juntos. - Ela disse. - Bom, ao menos eu não falo com ele há uma semana.

Tom concordou com a cabeça, mas nada fez. Ela sorriu, passou as mãos pelas pernas, nervosa. Ele não ia tomar uma atitude, mas demonstrava claramente que estava cogitando a ideia. Então não seria melhor ela dar um pontapé antes que ele descartasse?

Ele virou-se para ela, planejando falar alguma coisa, mas ela apenas se curvou e encostou a cabeça no ombro dele, olhando-o. Tom pareceu ligeiramente sem saber o que fazer, mas, no momento seguinte, desceu os lábios para beijá-la, um beijo doce e tranquilo, quase fofo. Ficaram alguns minutos se beijando e os beijos foram se tornando cada vez mais vorazes.

Uma das mãos de Tom estava em seu pescoço e a outra subia tranquilamente da cintura para seus seios, enquanto espalmava suas mãos no peitoral do rapaz.
O fôlego da garota se foi quando ela sentiu uma mão acaricia-la por cima da calcinha e a excitação deixou-a lenta o suficiente para demorar a perceber que aquela não era nenhuma das mãos de Tom.
Incapaz de sair do abraço caloroso e afastar-se dos lábios vorazes do garoto a qual decidira se entregar àquela noite, apenas apertou o pulso da mão invasora e afastou-a para longe... Só para, então, descobrir um segundo par de lábios beijando sua nuca, enquanto a mão retornava para sua calcinha. Quase rendida, a garota gemeu deliciosamente, provocando uma risadinha do invasor, que denunciou sua presença a Tom.
Tom afastou-a, os olhos cor de chocolate brilhando em confusão ao ver a situação em que se encontrava. empurrou a mão do invasor, agora notado como Danny, com um olhar zangado e encolheu-se em um abraço protetor de Tom.
- Danny... – Tom chamou. – Mas que diabos você acha que...?
A pergunta não terminou de ser proferida, pois, espantando uma já envergonhada e excitada, Danny puxou Tom pelo pescoço para um beijo que foi prontamente correspondido pelo loiro.
De olhos arregalados, admirou o beijo dos dois, até que finalmente se encerrou e ambos os olhos, o castanho e o azul, viraram para olhá-la.
Ela prendeu a respiração ao reparar o desejo brilhando no olhar dos garotos. Danny atacou-a, incapaz de se conter, os lábios vorazes e deliciosamente desesperados em um beijo que esgotou todo o fôlego dela. Mãos demais deslizavam pelo seu corpo, tantas mãos em tantos lugares deliciosos que ela não podia nomear o prazer exasperado que sentia.
Danny separou seus lábios para distrair-se em escorregar as alças de seu vestido para baixo, movimento que atraiu a atenção de Tom para os seios da garota. Logo, se viu com quatro mãos apertando seus seios de forma quase bruta, mas ela não se importava. Cada pequeno toque estava levando-a além do prazer.
- Ah... Por favor. – Ela gemeu.
Ela não sabia pelo quê estava implorando, mas os garotos pareciam ter alguma noção. Como se tivessem combinado, ambos avançaram contra o fecho do sutiã dela, liberando seus seios da proteção e deixando-os expostos a seu bel prazer.
Eles ajoelharam-se, cada um a sua vez – Primeiro Tom, depois Danny imitando-o -, no sofá, suas bocas aos seios dela.
arfou e gemeu, incapaz de se conter, levando suas mãos aos cabelos deles, totalmente ensandecida. A mão entranhada nos cabelos castanhos estava apertando e puxando os cabelos levemente encaracolados de Danny em resposta às mordidas e lambidas vorazes e deliciosas dele, mas a mão entranhada nos cabelos dourados estava carinhosa, fazendo um ligeiro cafuné, espelhando os doces e leves beijos molhados e chupões que Tom lhe dava.
Em um determinado momento, as línguas dos garotos se encontraram no vão de seus seios e assistiu um arfante e molhado beijo entre os dois, antes de se meter e os três se misturarem em uma bagunça de lábios e línguas.
- Garota... – Danny murmurou, uma espécie de exclamação admirada ao sentir a mão dela, abusada, abrindo o zíper da sua calça, em meio ao beijo triplo.
- Hm... – Tom murmurou em concordância, no momento em que ela abaixou calça e cueca, pondo-se a masturba ambos os garotos.
Em meio aos gemidos deles, ela sentiu uma mão abusada em sua calcinha e não admirou-se ao reparar que era Danny, novamente. Dessa vez, mais convicto da aprovação da garota, ele empurrou seus dedos em direção à sua gruta, por cima da peça fina de roupa, dando a impressão de que ela estava sendo invadida com pano e tudo, o que lhe provocou tremores.
- Ah... S-sim – Ela gemeu, em aprovação.
Aproveitando daquele momento de fraqueza da garota, Danny puxou sua cabeça até que seus lábios estivessem de encontro à cabeça de seu pênis. Sem nem pestanejar, a garota abocanhou o membro do rapaz, engolindo-o até o talo enquanto ainda masturbava Tom com suas mãos, fazendo com que ele urrasse de prazer.
Danny ainda movimentava sua mão, pressionando-a em movimentos circulares no sexo da garota, devolvendo todo o prazer que ela lhe proporcionava. Momentaneamente satisfeito, ele levou o rosto da garota ao membro de seu companheiro, o qual ela também chutou com igual vontade, enquanto ele ainda lhe masturbava.
Tom passou os dedos pelo cabelo negro da garota, puxando-a em direção ao seu membro, enquanto ele movimentava-se em direção a ela, tão ensandecido quanto era possível. Aquela noite estava terminando melhor do que todos eles esperavam e eles desejavam aproveitar sem pudor algum e com todo o prazer imaginável.
Danny sentia a calcinha de úmida, enquanto ela grunhia, os lábios cheios da rigidez de Tom. Ela estava tão pronta para ser invadida quanto seria crível que ela estivesse. Em um movimento quase não perceptível, ele levantou-a do sofá e encaixou-se entre suas nádegas, ainda sobre o pano fino da calcinha, agarrando a garota pela faixa que tinha em sua cintura – o que antes era seu vestido -, encoxando-a sem pudor, roçando sua virilidade em sua bunda.
A garota murmurou algo ininteligível, tirando a boca do membro de Tom para se contorcer em um beijo com Danny, que grunhiu ao sentir o gosto do amigo na boca dela, enquanto ela rebolava timidamente em seu pênis.
- Isso, vadia – Ele murmurou, puxando-a e investindo contra ela com força por duas vezes seguidas. – rebola... Assim... – Ele continuou, sentindo que a garota perdia sua conduta e timidez a cada incentivo. - Rebola gostoso no meu pau.
Ela rebolou com mais vontade, fazendo com que o garoto investisse mais algumas vezes, o que resultou nela caindo de quatro, quase em cima de Tom, que apenas soltou uma risadinha da cara de prazer que ela fazia.
- Vem cá, linda – Ele murmurou, deitando-se no sofá, com a cabeça apoiada no encosto.
Ela deixou-o guiá-la ao seu colo, fazendo-a sentar-se sobre sua ereção com um gemido rouco de ambos. Ela apoiou as mãos no peito do garoto apenas um momento antes que a impaciência de Danny voltasse à tona e ele investisse mais uma vez em suas nádegas, fazendo-a roçar em Tom.
Começando a entender como aquilo funcionada, ela movimentou o quadril, roçando em ambos e mordendo os lábios para conter toda e putaria que queria dizer no momento, ouvindo os garotos gemendo aos seus movimentos.
A mão de Tom estava em sua cintura, as vezes forçando-a a imprensá-lo com um pouco mais de força ou roçar nele de uma forma mais insinuante, curtindo a brincadeira. Danny, por outro lado, parecia impaciente na forma em que apertada e investia contra a garota. Seus dentes mordiam a nuca dela, deixando-a cada vez mais arrepiada naquela região e fazendo com que ela notasse que ele estava soado e tenso.
Tanto quanto esperava, Danny fora quem pedira arrego na brincadeira, puxando sua calcinha pelos lados até que ela se arrebentasse e ele pudesse puxá-la por entre suas pernas. No meio dessa surpresa, enquanto ela ainda se movimentava na brincadeira com Tom, o pênis do garoto escorregou para dentro da sua úmida vulva, penetrando-a de uma só vez e no susto, enquanto ela cravava a unha em seus ombros e soltava um meio gemido assustado pela nova situação.
Sem aviso, enquanto ainda se ajustava à Tom e a maneira com que ele tentava se movimentar até ela, Danny puxou-a toda para ele, penetrando-a no ânus sem aviso, fazendo com que ela gritasse estrondosamente. No susto, ela estapeou o garoto, tentando fugir dele, mas ele beijou-lhe o pescoço, movendo-se lentamente de um lado para o outro, fazendo-a se arrepiar.
- Você é uma delícia. – Ele murmurou no ouvido dela, entre um gemido e outro.
Rendida, ela suspirou, sentindo as mãos de Tom em sua cintura. Sem aviso, ele passou as mãos por debaixo das pernas dela, erguendo-a e penetrando-a, arrancando-lhe um berro surpreso. Danny ajudou-o a sustenta-la no ar, enquanto eles puxavam-na, alternadamente, para si mesmo, deixando-a completamente ensandecida sobre seus caprichos e seus músculos. Por horas, quando encontrava-se tão cheia de prazer e com pouca retribuição, ela tentava beijar um ou outro, mas sem muita concentração ou sucesso. Acabou com ela encostando sua testa na de Tom e com Danny mordendo-lhe o ombro, sussurrando tantas insanidades quanto era possível alguém saber.
Em um momento quase mágico, todos alcançaram o seu máximo prazer em um único instante, como se estivessem programando aquele segundo, aquele último gemido delicioso que arrepiava todos os pelos dos parceiros.
Molenga, deixou-se carregar de um lado para o outro, enquanto eles beijavam seus lábios alternadamente, agradecendo-a pela diversão. Aos risos, ao perceber o quão desconjuntada ela estava, Tom carregou-a para a cama, enquanto Danny seguia os dois. Deitaram-se na cama, os três. com a cabeça sobre o ombro de Tom e Danny encaixado atrás dela, em conchinha. Assim adormeceram por metade da noite, até que a diversão começasse outra vez.


Sim
Engolindo todo o ar que podia para ver se conseguia arquitetar uma resposta, ela contentou-se em balançar a cabeça afirmativamente.
Dougie sorriu para ela, capturando sua mão com a dele e arrastando-a pela boate, por entre as pessoas que dançavam e se pegavam na pista de dança. achava que estava sendo guiada até a saída, quando Dougie pegou um desvio e entrou com ela no banheiro masculino.
segurou uma expressão de horror e uma de admiração, curiosa ao reparar os mictórios, mas isso foi apenas por um segundo antes que ele a enfiasse em um boxe junto com ela, trancando-o e atacando seus lábios em um beijo fervoroso.
O banheiro não estava silencioso – pelo barulho, outros casais haviam tido a mesma ideia que eles -, mas isso não os atrapalhava. Na verdade, para Dougie, ter outros casais transando logo ali do lado apenas o excitava ainda mais.
Eles estavam ligeiramente com pressa, já que haviam passado um bom tempo em preliminares vestidas em um canto escuro da boate, então Dougie nem se deu o trabalho de despí-la, apertando-lhe os seios descaradamente por cima do vestido e puxando-os para fora, mordendo sem dó.
Percebendo sua pressa e espelhando seu desejo, ela abriu o zíper dele e isso foi a gota para fora do copo.
viu-se sendo deitada sobre a tampa do vaso, suas pulsos unidos e presos em uma das mãos de Dougie, enquanto ele se ocupada em colocar seu membro para fora, sem nem se dar o trabalho de retirar a calça ou a cueca. Feito isso, colocou a calcinha dela para o lado e, encaixando o polegar no encontro de seus grandes lábios, penetrou em uma só vez, fazendo-a arquear as costas e lutar contra sua mão para que a soltasse.
Ele continuou investindo, uma mão segurando seus pulsos e a outra na cintura da garota, forçando-a cada vez mais forte de encontro ao seu membro. Ela não estava confortável; A posição, o impedimento e o zíper da calça roçando em sua vagina de momentos em momentos, o que ela estava preocupada que acabasse causando algum ferimento que ela teria que colocar pomadas por um dia.
Não estava satisfeita, longe disso. Era uma foda de boate, algo apenas carnal e insatisfatório, mas ela decidira ir até ali, então era bom que aproveitasse um pouquinho mais.
A garota, decidida em ter um pouco de prazer, apoiou seus pés na porta, sustentando um pouco seu corpo e deixando com que ela fizesse alguns movimentos contra o garoto, que imprensou a com mais força, fazendo com que sua cabeça batesse na parede e ela acabasse em uma posição ainda mais desconfortável que antes.
Ela bateu com os pés na porta do box, fazendo barulhos suficientes para que Dougie parasse o que estava fazendo.
- Você está maluca? – Ele perguntou-a. Ela arqueou as sobrancelhas e, só então, ele percebeu a posição que ela estava e puxou-a de encontro a ele, soltando suas mãos e equilibrando-a em seu colo. – Desculpe. As vezes, eu me empolgo um pouco.
Ela riu, aliviada, beijando os lábios dele por alguns segundos, apertando suas unhas contra a camisa fina dele e sentindo suas mãos em sua cintura, guiando-a em uma movimentação mais confortável e deliciosa.
Ela gemeu, levemente, contra os lábios dele e ele mordeu-lhe o lábio inferior, sugando e puxando para si.
- Espere – Ela sussurrou. – Escorregou suas mãos pelo peito dele e abriu-lhe o botão da calça, fazendo com que ela deslizasse para o chão. – Bem melhor.
Ele riu, beijando-a mais uma vez. Girou com ela, encostando-a na porta e voltou a se movimentar com força contra ela, fazendo-a gritar. Alguém, no box do lado, bateu na parede e gritou algo como “manda a ver!” que os fez rir por um segundo, mas juntaram seus lábios em urgência, logo a seguir, concentrando-se em movimentos e sensações muito mais importantes naquele segundo.
Devido a situação, a garota acabou não alcançando seu orgasmo antes que Dougie esgotasse em prazer e gozo, mas fora prazeroso e delicioso mesmo assim.
E mesmo depois de cansados e terminados, Dougie se sentou no vaso com ela em seu colo, ainda encaixada nele, e eles ficaram assim por minuts a fim, se beijando e se curtindo até que o guarda passasse pelo banheiro para expulsá-los ao fim da balada.









+16 comentários

Mauren
179.96.225.83
Enviado em 08/07/2014 as 1:50 pm
Quanto amor essa fic ?? Amei a idéia de poder criar várias situações, parabénss!!

Selecionar comentário Nathy
nathaliabrasil@outlook.com
177.98.232.232
Enviado em 04/07/2014 as 9:48 pm
Cara, vc é hiper criativa, adorei o fato de poder fazer minhas próprias escolhas sabe? muuuuuuuuuuuuuito obg a propósito, sua fanfic é muito boa. PARABENS!

Selecionar comentário Ingrid
201.94.179.121
Enviado em 20/04/2014 as 8:23 pm
Meu fucking Gosh! Que fic mais maravilhooooosa!!!!

Selecionar comentário Vanessa
lindamenina9@hotmail.com
187.57.175.107
Enviado em 17/03/2014 as 10:20 pm
Amei a ideia da fic e ter que responder sim, não, desce, continua. Hauhsuahsuahsuahs
Muito legal mesmo e super criativo.Parabéns Leka.
Beijos

Selecionar comentário Aline Souza
twitter.com/childofsleep
alinesouuza@live.com
191.221.196.226
Enviado em 16/02/2014 as 4:28 am
A ideia dessa história é absurdamente perfeita. Você está de parabéns, Leka.
Nas duas vezes que li acabei com o Tom. E ele sempre foi o meu favorito, então: Surtei!

Selecionar comentário yanna
noemail@intensedebate.com
177.192.74.77
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
GENTE QUE QUE ISSO MEU DEUSSSSSSSSS

Selecionar comentário Gigi B
misbehaving4days@gmail.com
200.195.158.214
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
Gente…. Danny e Tom… Ar cadê você?

Selecionar comentário Vanessa
noemail@intensedebate.com
189.69.141.74
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
MI DIOS !!! Que caliente nunca imaginei o Tom como o com mais "conteúdo" hahaha mas o Danny pra mim tem cara de safado *-*. E apesar de preferir monopólizar os bofes pra mim o conteúdo slash ficou legal tá HOT e ainda saí no lucro pq 2 já tá muito demode D hahaha

Selecionar comentário Vanessa
noemail@intensedebate.com
189.69.141.74
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
Esqueci de comenta que achei super legal o final ser alternativo porém é óbvio que eu li todos hahaha

Selecionar comentário Camila Duarte
duarte-mila@hotmail.com
187.10.193.135
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
"O QUE QUE FOI ISSO?????
PELO AMOR DONA LETICIA… QUER ME MATAR???
Tô sem palavras… Muito homem gostoso de uma vez me deixou confusa!! HUSHAUHSUHUA
ADOREEEEEI!! Muuuuuuuito bom!! Sua mente é incrivelmente criativa… tô chocada!! UHASHUAHS
Meus mais sinceros PARABÉNS!! "

Selecionar comentário Raphaella
ismyheartlove@hotmail.com
187.105.8.5
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
nunca me canso de ler u.u

Selecionar comentário Tathi
tathi_dias_martins@hotmail.com
186.244.174.98
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
"HAHAHA adorei
Muito boa a ideia de ser mais interativa cliquei em todas as opçoes depois que li a primeira vez só pela curiosidade HAHAHAH
amei
beeijos "

Selecionar comentário Anna
noemail@intensedebate.com
186.223.222.54
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
OMG HAHAHHAHHHAHAAHA.Ficou bem diferente!!e eu simplesmente adoreiusei todas as opções ficou ótima HAHHHAHAHAHA

Selecionar comentário Hannah
noemail@intensedebate.com
177.34.64.136
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
MDSficou…nossa hahaha usei todas as opções tbm! nossa cara hahaha

Selecionar comentário Bruna
noemail@intensedebate.com
177.2.171.73
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
já devo ter lido essa fic umas 18x e em tds fico c h o c a d a! Quanta criatividade parabéns

Selecionar comentário Thays Teixeira
thaysteixeiraa@hotmail.com
177.179.124.37
Enviado em 10/12/2013 as 12:20 pm
gente morri vinte vezes! menina arrazou nessa fic OMFG *—*